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Carlos Eduardo Novaes

Author of Para gostar de ler: Volume 7 - Crônicas

Includes the names: Carlos E. Novaes, CARLOS EDUARDO NOVAES

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Nasceu no bairro da Tijuca, cidade do Rio de Janeiro, formou-se em Direito em Salvador e iniciou-se na imprensa no jornal carioca Última Hora. Permaneceu por 17 anos no Jornal do Brasil, onde entrou como repórter de Esportes e ganhou notoriedade com seus bem humorados prognósticos da Loteria Esportiva. "Promovido" a cronista, revezou com Carlos Drumond de Andrade e José Carlos Oliveira nas páginas do Caderno B.No inicio dos anos 1980 escreveu uma telenovela para a TV Globo, "Chega Mais",com Sonia Braga e Tony Ramos. Ainda como cronista, esteve por três anos no jornal O Dia, de onde saiu, em 1991, para ocupar o cargo de Secretário de Cultura da cidade do Rio de Janeiro. Com um estilo provocativo e um humor mordaz, Carlos Eduardo Novaes se firmou como um de nossos mais aclamados escritores. Carioca, viveu nove anos em Salvador, onde concluiu o curso de Direito na Universidade Federal da Bahia, foi sócio de uma fábrica de sorvetes e dono de uma empresa ambulante de dedetização, atividade que ilustra orgulhosamente seu currículo: "Conheço a fundo a sociologia da barata".Na faculdade aos 23 anos de idade escreveu seu primeiro livro, "A Idade do Poder", sobre o conflito das gerações. Novaes costuma dizer que sua vida nunca seguiu em linhas reta e desse modo se experimentou nas mais variadas formas de expressão e comunicação.Alem de jornais e revistas escreveu para a televisão - vários programas alem da telenovela - para o teatro, onde tambem se apresentou como ator no seu espetáculo-solo "Confidencias de Um Espermatozoide Careca", mas é na Literatura que concentra sua maior produção com 43 obras publicadas nos mais diferentes gêneros. Seu livro mais recente é um romance (2011), "Redemptoris, a Saga do Cristo Desaparecido", uma tragicomédia carioca que narra o sumiço da estatua do Cristo Redentor do alto do Corcovado. Foi presidente da SBAT (Sociedade Brasileira de Autores) de onde saiu para editar o Jornal da Estácio da Universidade Estácio de Sá,a covnte do dono da instituição, João Uchoa Cavalcanti.Como cronista de humor,- considerado por muitos o sucessor de Stanislaw Ponte Preta - Novaes teve seus textos publicados em várias partes do mundo - da Guatemala aos Estados Unidos, da Dinamarca a Coreia - tendo sido inclusive utiizados nas aulas de portugues da Universidade de Linguas de Pequim,China. Novaes conta que quando esteve na China trouxe com ele uma de suas cronicas vertidas para o chines - um trabalho escolar - "como prova documental ou ninguem iria acreditar na minha história". Suas crônicas fizeram a história divertida da cidade, do país e do mundo, trazendo sempre o colorido marcante de seu humor inteligente e crítico, muitas vezes de uma corrosiva sutileza e com um viés ideológico de esquerda (por vezes apontado como doutrinador, ao ter livros seus utilizados para o ensino de crianças em escolas brasileiras em que apontava o capitalismo como um sistema nefasto, onde empresários eram exploradores, e glorificava o socialismo, apesar de não apontar os prejuízos que esta ideologia trouxeram para o mundo e países como Cuba, URSS, Coreia do Norte, China, etc.4 ).
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