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The Crimean War: A History by Orlando Figes
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The Crimean War: A History (2010)

by Orlando Figes

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I learned what I set out to learn but didn't love the education. Flat and digressive. ( )
  bontley | Aug 24, 2013 |
An impressive new history of a war which seems to be almost completely forgotten over here, with the exception of "The Charge of the Light Brigade".

It covers the war in all aspects, from the grisly siege of Sevastopol, the snarled diplomatic efforts which led to the start of the war, comparisons of the major players, the effects of religious differences, and the relatively neglected campaigns in the Baltic and Caucasus.

A worthy addition to the library of anyone interested in the era, to say nothing of the conflict itself. Its effects are far more widespread than any could conceive. ( )
  HadriantheBlind | Mar 30, 2013 |
I had always been curious about the Crimean War and finally took the time to explore the subject. I am willing to bet most people have not even heard of it. This book thoroughly covered all I was missing.

Conducted right before our own Civil war in the 1850's it provided among other things the latest in war technology for our conflict. Based on the usual senseless religious or power grab motives behind most wars it provides a text book explanation for our current conflicts. History does have a knack for repeating itself it seems. Adding to the total of millions perhaps billions that have lost their lives in such conflicts over the ages the count continues on, seemingly forever. ( )
  knightlight777 | Feb 19, 2013 |
My Amazon Review:
This was a wonderful, but heartbreaking book that filled a huge gap in my own knowledge of the history of the 19th century and I suspect for many. You learn how much of the groundwork for WW1 was really laid out in this conflict, despite the shifting alliances. The Austrians may have lost WW1 in 1855 by essentially siding with the Allies! The Jihad aspects were repeated (but reversed) in WW1 as Europeans fell over themselves trying to stir up Holy War against the other powers. Amazing to consider in light of the current fear of Jihad evident in the world today! The number of firsts for war (telegraph, rail, rifle, etc) and politics are myriad but the propaganda aspects were fascinating. No power looks very good but the British press and politicians came off as particularly execrable in my mind. They seem to have been the most determined to dehumanize their enemies (this continued in the Boer War and WW1) when there was any percieved threat to the Empire. Ironic in that they ruled an empire full of people they considered beneath them as well. The author does a commendable job in laying both the groundwork for the war and the aftermath and consequences. Bravo!
2 vote PCorrigan | Jan 19, 2013 |
É famoso o praguejar do Capitão Haddock, popular personagem de Hergé. Entre as expressões que utiliza estão Bashi Bazouks e Zouaves. Para o leitor de hoje das Aventuras de Tintin são expressões cómicas e enigmáticas mas para o leitor das aventuras á data em que foram publicadas elas eram facilmente identificáveis e reportavam a personagens de um passado recente da Guerra da Crimeia.
Ela é, para o mundo de hoje, uma guerra algures num passado longínquo, difícil de colocar num mapa e de objectivos misteriosos.
Para alguns autores – Karl Polanyi, por exemplo- a Guerra da Crimeia terá sido um acontecimento mais ou menos colonial.
Orlando Figes, sólido historiador, dá-nos agora “Crimea e diz-nos que ela foi muito mais do que isso. A juntar á extensa bibliografia inglesa e francesa – uma outra obra interessante é “La guerre de Crimée”, Alain Gouttman, Tempus – sobre o tema, Figes acede a novas fontes russas, francesas, inglesas e otomanas para dar nova luz ás razões religiosas, políticas, económicas e culturais que determinaram o envolvimento das diversas nações na guerra.
A Guerra da Crimeia – Vostochnaia voina, a Guerra do Levante, como a chamam os russos – foi para os nossos antepassados do século XIX o maior e o mais marcante conflito das suas vidas. Foi uma imensa matança de resultados irrisórios. Sendo impossível contabilizar as vítimas civis, só as militares causadas pelos combates ou pelos ferimentos e doenças foram mais de 750 000.
Foi a primeira guerra da eram moderna, com novas armas, novas tecnologias, novos meios de transporte e de logística. Foi o campo de ensaio para a guerra de trincheiras da 1ª Guerra Mundial e aquela em que, pela primeira vez, a imprensa e a opinião intervieram directamente no conflito
Teve os seus heróis e os seus mitos como foi a “Carga da Brigada Ligeira”, consagrada no poema de Tennyson e a “Senhora da Lanterna”, Florence Nightingale.
Nos capítulos iniciais, Orlando Figes dá um panorama da situação política nos diversos países, as suas teias de relações de interesses e a personalidade dos seus principais personagens.
O ponto de partida foi a questão da Terra Santa: católicos e latinos (apoiados pela França) enfrentavam os gregos ortodoxos (apoiados pela Rússia) para decidir quem teria o controlo da Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém e da Igreja da Natividade, em Belém. E é neste capítulos iniciais que é desenvolvida a tese, ignorada ou menorizada por muitos autores, da importância da questão religiosa no século XIX e como esta era sempre permanente na Questão do Levante. São capítulos de análise lúcida e convincente.
O estilo a que Orlando de Figes nos habituou em obras anteriores surge em pleno com a descrição do início da guerra e dos combates. Do nevoeiro do passado dos diários dos soldados, das cartas pessoais e dos relatórios militares, surgem as vozes pessoais dos diversos participantes no conflito.
Falam das tragédias da vida diária, dos mortos e feridos, da imensa carnagem, das condições abomináveis para apoio aos feridos, das arrogância e dos erros dos comandos. Ouvimos as vozes das opiniões públicas russas, inglesas e otomanas quando recebiam as notícias dos combates, da inacção da guerra de trincheiras e as listas com os milhares de mortes. Lá nos aparecem os Bashi Bazouks e os Zuoaves.
Os relatos dos combates naquela longínqua parte do mundo chegavam poucas horas ou dias depois de terem acontecido fazendo evoluir com rapidez a opinião pública e as acções dos dirigentes políticos.
Terminados os combates, declarado o cessar-fogo, assinaram-se os tratados para definir as partilhas dos despojos da guerra que poucas alterações provocaram no mapa da Europa.
Os excelentes capítulos finais mostram como se organizaram as relações internacionais no pós-guerra e como o caminho ficou aberto para os novos campos de morte num novo matadouro europeu.
Salientam-se as imensas emigrações forçadas e o desenraizamento de grupos étnicos e religiosos. Foram, desde logo, os tártaros na Crimeia mas também os gregos, os polacos, os cristãos arménios, os circassianos, os abkhazes e outros grupos muçulmanos.
Sobre um império otomano fraco saltaram franceses e inglesas impondo os seus mercados, os seus produtos e sua maneira de vida. A abertura ás ideias do ocidente pelo império otomano gerou conflitos por toda a região que ainda hoje assistimos.
O ressentimento russo contra o ocidente assenta neste período as suas raízes e na Rússia de Putin são hoje recuperados muitos dos personagens de então.
Excelente análise histórica com um estilo atraente esta “Crimea” ( )
1 vote labirinto | Jul 22, 2011 |
Showing 5 of 5
THESE DAYS news is what we can digest after Sunday lunch, along with shopping advice and tips on gardening. Television make-believe, not newspaper journalism, increasingly shapes our view of the world, as life turns into a high-speed information mosaic and much journalism becomes a glossy adjunct of advertising.
added by Donogh | editThe Irish Times, Ian Thomson (Oct 16, 2010)
 
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Haiku summary

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From "the great storyteller of modern Russian historians" comes the definitive account of the Crimean War, a forgotten war that shaped the modern age. Figes reconstructs the first full conflagration of modernity, a global industrialized struggle fought with unusual ferocity and incompetence.… (more)

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Penguin Australia

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