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Thomas Hobbes (1) (1588–1679)

Author of Leviathan

For other authors named Thomas Hobbes, see the disambiguation page.

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About the Author

Thomas Hobbes was born in Malmesbury, the son of a wayward country vicar. He was educated at Magdalen Hall, Oxford, and was supported during his long life by the wealthy Cavendish family, the Earls of Devonshire. Traveling widely, he met many of the leading intellectuals of the day, including show more Francis Bacon, Galileo Galilei, and Rene Descartes. As a philosopher and political theorist, Hobbes established---along with, but independently of, Descartes---early modern modes of thought in reaction to the scholasticism that characterized the seventeenth century. Because of his ideas, he was constantly in dispute with scientists and theologians, and many of his works were banned. His writings on psychology raised the possibility (later realized) that psychology could become a natural science, but his theory of politics is his most enduring achievement. In brief, his theory states that the problem of establishing order in society requires a sovereign to whom people owe loyalty and who in turn has duties toward his or her subjects. His prose masterpiece Leviathan (1651) is regarded as a major contribution to the theory of the state. (Bowker Author Biography) show less
Image credit: Painting by John Michael Wright (detail)

Works by Thomas Hobbes

Leviathan (1651) 8,156 copies
Leviathan Parts I and II (1651) 294 copies
On the Citizen (1651) 253 copies
Of Man (1658) 130 copies
Hobbes Selections (1930) 38 copies
Body, Man and Citizen (1962) 30 copies
Tratado sobre el cuerpo (1972) 19 copies
Hobbes (2000) 10 copies
Leviathan (1995) 8 copies
El Estado (1997) 5 copies
Selections (1930) 5 copies
The essential Leviathan (2016) 5 copies
Hobbes (Spanish Edition) (2012) 5 copies
Historia ecclesiastica (2008) 3 copies
Hobbes: antología (1987) 2 copies
Le corps politique (1998) 2 copies
The Art of Rhetoric (2017) 1 copy
Logica (2011) 1 copy
Richard Peters (1967) 1 copy
Léviathan (extraits) (2017) 1 copy
Eléments de loi (2006) 1 copy

Associated Works

The History of the Peloponnesian War (0400) — Translator, some editions; Translator, some editions; Translator, some editions — 7,798 copies
The English Philosophers from Bacon to Mill (1939) — Contributor — 466 copies
Critical Theory Since Plato (1971) — Contributor, some editions — 397 copies
Materialism and the mind-body problem (1971) — Contributor — 70 copies
Classics of Modern Political Theory : Machiavelli to Mill (1996) — Contributor — 48 copies
Political philosophy (1965) — Contributor — 33 copies
Philosophy now : an introductory reader (1972) — Contributor — 24 copies
British Moralists 1650-1800, Vol. 1 Hobbes-Gay (1969) — Contributor — 19 copies
Philosophical Issues: A Contemporary Introduction (1972) — Contributor — 17 copies
Vapaus (2018) 2 copies

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Reviews

1.The Lawes of Nature therefore are the summe of Moral Philosophy.
2.An Aristocraty, or Councell of Nobles endued with supreme authoritie, receives its originall from a Democraty, which gives up its Right unto it.
Part3 (of religion) lacks more explanation and needs to read Leviathan, which on the whole can be seen as an imperfect predecessor to Leviathan.
 
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Maristot | 1 other review | Jun 5, 2023 |
Leviathan is a serpent in Hebrew mythology influenced by Tiamat, similar to Rahab in the Book of Isaiah, and written together with Behemoth in the Book of Job. In this book, it is used as a brand-new "political simile" : an artificial person, formed jointly by the people, or an Imperium "artificial political body" bearing the social contract created by the multitude. Leviathan's sword in his right hand suppresses "aristocratic power" and his scepter in his left hand checks "ecclesiastical authority". Compared with the great significance of Contract theory in tracing its origin, Hobbes regarded it as the "vortex" demon devouring resources and highlighted the danger of powerful creation under political affinity, and its foresight as a warning was also valuable. It is only the dogmatic tendency of Hobbes that gives rise to a variety of contradictions and fallacies within the book, but the inspiration for the breakthrough at that time and the later (Rousseau) still attracts respect.… (more)
 
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Maristot | 42 other reviews | Jun 5, 2023 |
Escrito depois da Inglaterra ter se livrado da subordinação política ao papado, Hobbes justifica e dá uma base argumentativa para as monarquias estatais do século XVII (embora, na verdade, pela quantidade de polêmicas no livro, isso não deve ter acontecido historicamente). Leviatã começa com um tratado sobre a mente e a linguagem, bastante interessante, por uma postura nominalista - só os nomes são universais, e realista pé no chão - já é um empirista britânico, os nomes são maneiras de trazer à tona ideias particulares e criar acordos a partir destas. As ideias são derivadas da sensação, causadas por pressões nos órgãos dos sentidos, imaginações (e memórias) são reminescências, o entendimento parte disso, e tudo tem extensão ou é movimento de coisas extensas, ou são combinados entre os homens, a partir de leis racionalmente determinadas.

O que não existe, não existe mesmo, como por exemplo, coisas incorpóreas, sem extensão. Na parte IV, de fato, há toda uma análise dos erros de supor que há algo não material, e os eclesiásticos são sarcasticamente comparados a fadas, por evocarem coisas que não acontecem nem existem, senão no fantasioso. De fato, Hobbes combate hábitos supersticiosos e enganos metafísicos diversos, com uma análise linguística sóbria, olhando o uso das expressões e palavras, e sua etimologia. Isso desemboca numa curiosa refutação de toda a filosofia grega, com apontamentos históricos do contexto no qual várias superstições metafísicas poderiam ter surgido (Hobbes era também tradutor do grego). Ademais, claro, a filosofia grega não teria um governo que permitiria fundar uma ética (pois como um corpo saudável pode existir sem a cabeça, o bom tirano, que lhe permita dar uma ordenação adequada?); como não há cristianismo não tinham verdades bem fundadas; e como não são nominalistas atribuem existência erroneamente a várias coisas que só existem no modo de falar.

É curioso, entretanto, como da parte 1 de repente estamos, abruptamente, no todos contra todos que é o domínio do natural para o humano, na parte 2. Me pergunto se algum animal é o lobo de si mesmo? Mas tudo bem, tinha-se guerra em toda a parte na Europa, então não é tão exdrúxulo fundar o comportamento no egoísmo selvagem do animal que, por ser racional, aplica-se ao que é melhor para sua conservação. De toda forma, a conclusão é: não havendo guerra civil, estamos no lucro. O que acaba justificando a acumulação e concentração de poder em um soberano, que por pacto (e é curioso os tons mefistofélicos) com os cidadãos, reina sobre eles, com poderes absolutos. De resto, disso seguem diversos tipos de relações contratuais, com conceitos de justiça fundados

A interpretação sobre os livros do cristianismo são os melhores que já pude ler, mas meu conhecimento do assunto é parco. O que eu gosto é que ela se prende a analisar a linguagem utilizada e identificar usos metafóricos e usos literais, restringindo o sobrenatural à incompreensibilidade de Deus e só, e atribuindo toda revelação a um estatuto inverificável que é corroborado ou não historicamente de modo particular, através dos comportamentos e normas os quais sua aceitação ou não resultou. Esse recebimento deve serbloqueado sempre que possível, pois a Igreja não deve ter poder político direto (o que ele deriva das escrituras) e porque ela não pode rivalizar com o monarca. Significados bastante mundanos para metáforas bíblicas, desfazendo confusões que envolvem em interpretar demais as escrituras, provocando confusões entre os empregos metafóricos e os literais. Assim, muitas afirmações, ao trocarem um registro da linguagem por outro, tornam-se nonsense ou então afirmações misteriosas que portanto, devem sofrer investigação quanto ao que foi dito.
… (more)
 
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henrique_iwao | 42 other reviews | Aug 30, 2022 |

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