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About me"A liberdade, Sancho, é um dos mais preciosos dons que aos homens deram os céus; com ela não podem igualar-se os tesouros que encerra a terra nem o mar encobre; pela liberdade, assim como pela honra, se pode e deve aventurar a vida e, pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode advir aos homens"
(Don Quijote, por Miguel de Cervantes)

“Não vê que em matéria de oferta e procura a vida é a mercadoria mais barata que existe? Tudo tem limitações, menos a vida. Existe tanto de ar, tanto de água, tanto de terra. Quantidades limitadas. Mas a vida que procura brotar não tem limites. A natureza é infinitamente pródiga de vida. Veja o peixe e seus milhões e milhões de ovos. Em nós dois, por exemplo. Há em nós dois, em nossas glândulas, possibilidades para milhões de vidas. Tivéssemos tempo, e meios de utilizar o que há de vida em nós dois, e seríamos progenitores de continentes inteiros. Vida! Bah! Não tem valor. Entre as coisas baratas é a mais barata. Por toda parte vejo-a mendigando. A natureza derrama vida com mão larga. Onde há lugar para uma vida a natureza faz brotar mil. E a vida devora a vida para que sobreviva a mais forte.”
(Lobo Larsen, em O lobo do mar - Jack London)

“Minha história não é a de um personagem inventado, possível ou inexistente em qualquer outra forma, mas a de um homem real, único e vivo. Hoje sabe-se cada vez menos o que isso significa, o que seja um homem realmente vivo, e se entregam à morte sob o fogo da metralha a milhares de homens, cada um dos quais constitui um ensaio único e precioso da Natureza. Se não passássemos de indivíduos isolados, se cada um de nós pudesse realmente ser varrido por uma bala de fuzil, não haveria sentido algum em relatar histórias. Mas cada homem não é apenas ele mesmo; é também um ponto único, singularíssimo, sempre importante e peculiar, no qual os fenômenos do mundo se cruzam daquela forma uma só vez e nunca mais. Assim, a história de cada homem é essencial, eterna e divina, e cada homem, ao viver em alguma parte e cumprir os ditames da Natureza, é algo maravilhoso e digno de toda a atenção. Em cada um dos seres humanos o espírito adquiriu forma, em cada um deles a criatura padece, em cada qual é crucificado um Redentor.”
(Hermann Hesse – Demian)

"Nós não somos especiais. Nós não somos uma beleza única. Nós somos da mesma matéria orgânica podre, como todo mundo."
(Tyler Durden - Clube da Luta)

"Caiu um homem ao mar! Que importa? O navio segue avante. Bafejado pelo vento, continua sua rota forçada. Não pode deter-se. E o homem desaparece, um instante depois torna a aparecer, mergulha e sobe à flor da água, chama, estende os braços, ninguém o ouve. O navio, balouçado pelas vagas, obedece ao impulso da manobra que o dirige; equipagem e passageiros nem sequer divisam já o homem submergido; a cabeça do infeliz é apenas um ponto escuro na imensidade das ondas.

E as concavidades do espaço retumbam com os gritos desesperados do desgraçado, ao ver o espectro daquela vela que lhe foge. Contempla-a, crava nela os olhos com desespero. E ela se afasta, vai decrescendo, vai se esfumando, confundida no ambiente nebuloso do horizonte. Há pouco ainda ele ia dentro desse navio, fazia parte da sua equipagem, passeava no convés com os outros, tinha a sua parte de respiração e de sol, era um vivo. Agora, que foi que sucedeu? Escorregou, caiu, precipitou-se irremediavelmente.

Ó impiedosa marcha das sociedades humanas, em que não se dá atenção aos homens e às almas que vão se perdendo! Oceano que absorve sem remédio tudo que a lei deixa cair! Sinistra desaparição de socorro. Ó morte moral! O mar é a inexorável escuridão social em que a penalidade arremessa os seus condenados. O mar é a imensa miséria!"
(Victor Hugo - Os Miseráveis)

"Navegar é preciso, viver não é preciso"
(Fernando Pessoa)

“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”.
(John Donne, século XVI, citado por Ernest Hemingway em Por quem os sinos dobam)

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