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A Última Feiticeira by Sandra Carvalho
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A Última Feiticeira (2005)

by Sandra Carvalho

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As primeiras coisas primeiro: nunca pensei que chegasse o dia em que ia ler fantasia com a etiqueta made in Portugal, a ideia parecia-me tão estranha como ouvir um fado em espanhol. De facto a minha ignorância neste campo é muita, porque nem sei se o fantástico existia na literatura portuguesa antes da própria Sandra Carvalho, do Filipe Faria e do Ricardo Pinto – cujo trabalho desconheço. Depois ainda havia aquele pormenor a que vários leitores faziam referência, de que esta Saga das Pedras Mágicas tinha várias parecenças com a obra-prima daquela que é a minha autora de eleição -e que toda a gente já tem os ouvidos a sangrar de saber- Juliet Marillier, a série Sevenwaters – e se isto se confirmasse, eu tinha a certeza que ia sair por aí histérica a gritar, Acudam que é plágio! No entanto posso assegurar que isto não vai acontecer, porque ainda que as semelhanças estejam lá, não vi caso para alarme.

Adiante.

Ora então, a história é contada na primeira pessoa pela heroína, Catelyn, que até cerca de metade do livro é ainda uma criança muito pertinaz, rebelde, e um bocadinho mimada já que é a mais nova de uma extensa família, pela qual ela nutre uma adoração sem limites. Mas a desgraça abate-se sobre estas personagens bem cedo, com a mãe de Catelyn a morrer e uma desgraçada de seu nome Myrna a apertar o cerco para tomar o seu lugar. Segue-se muita discórdia entre todos os membros da família, e que Catelyn tenta em vão apaziguar, enquanto faz preparos para desmascarar a vilã. Entretanto mais desgraças acontecem e ela é mandada para a casa do noivo que odeia, e que é aliado de Myrna – sendo nesta altura, quando tudo parece perdido, que chegam os Viquingues, e que Catelyn é levada para o outro lado do mar, para entre outras coisas, sofrer mais um bocadinho, mas agora como escrava.

E claro que gostei d’ A Última Feiticeira. Nunca há um momento chato na narrativa, havendo sempre qualquer coisa a acontecer com a heroína ou à volta dela. A autora é claramente uma contadora de histórias, com aptidão para descrever seja lá o que for sem aborrecer o leitor, ainda que os diálogos deixem algo a desejar (more on that later). Gostei bastante mais da “segunda parte” do livro, depois que Catelyn é levada pelos Viquingues, tanto por ela já ser mais adulta e sensata, mas também porque apreciei bastante as descrições do estilo de vida daquele povo. Outro ponto forte da história, para mim, são os poderes de Catelyn, que espero virem a ter mais protagonismo nos volumes seguintes.

Tal como referi antes, ainda que tenha gostado da narração, achei que os diálogos tinham uma estranheza qualquer que não consigo explicar, sendo que a maior agravante disto é o uso exaustivo de pontos de exclamação, que na maioria dos casos parece-me completamente prescindível – palavra de honra que não estou a exagerar quando digo que quase sempre, toda a gente, seja em que situação de diálogo for (e não só), acaba uma frase a exclamar. Pode parecer que estou a ser mesquinha ao pôr um foco de luz sobre isto, mas o facto é que as exclamações constantes distraíam-me sempre do resto.

E pronto, é tudo. Claro que não posso deixar de querer ler o próximo volume da saga, uma vez que este acaba de uma maneira tão abrupta e ainda por cima deixando tudo em aberto.

http://cuidadocomodalmata.wordpress.com/2011/02/28/a-ultima-feiticeira/ ( )
  Jen7waters | Mar 1, 2011 |
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Os meus agradecimentos
ao meu marido, por ser quem é;
ao meu irmão; por ter nascido;
aos meus pais e padrinhos, pelo amor e educação;
às amigas Luísa C. e Claudia S., pelo apoio e incentivo.
First words
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«Existe uma recordação que guardarei enquanto viver: o rosto de uma menina, reflectido na superfície da água, com os longos cabelos negros e encaracolados caindo sobre as faces rosadas, os olhos brilahndo mais do que estrelas e o sorriso denunciando uma felicidade que só a inocência pode conceber.»
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