Storia della letteratura erotica
by Sarane Alexandrian
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Une étude descriptive et comparative du genre érotique en littérature, de l'Antiquité à nos jours.Tags
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Apesar de focar na literatura francesa e dos deslizes moralistas do autor, é um trabalho de pesquisa de fato excepcional. Divide-se da seguinte forma:
No primeiro capítulo é sobre o erotismo na antiguidade, sobretudo dos gregos (Aristófanes, Meleagro, Sotades, Luciano), latinos (Catulo, Ovídio, Petrônio, Juvenal, Marcial, Apuleio) e cristãos (Ausônio, Agatias, Paulo o silenciário).
O segundo capítulo é sobre o erotismo na idade média, com seus fabliaux (Montaiglon), amor cortês (André o Capelão), sotties amorosas (Eustache Deschamps, Jean Molinet, Henri Baude, Michaut Taillevant) e a revolução de Boccaccio e suas influências (Decameron e Os contos de Canterbury de Chaucer).
O terceiro capítulo adentramos o renascimento e show more seu eros (Poggio e Morloni), a literatura aretinesca (Aretino, Veniero, Franco), os aturdidos (Vignale, Piccolomini), cent nouvelles nouvelles (La Sale), pantagruelismo (Rabelais), as gaités da Pléiade (Ronsard, Bellay, Baif, Jamyn, Tyard, etc), Dames galantes (Brantôme), haulte graisse (La Roche, Périers, Tabourot, Choliéres, Bouchet) e Le Moyen de Parvenir (Verville).
O quarto capítulo se atêm ao século XVII (Lemnius, Malherbe, Estoc, Maynard, Vanini, Viau, Bouchard, Pallavicino) sobretudo durante o reinado de Luis XIV (Corneille, Millot, Le Petit, La Fontaine, Rabutin, Corneille, Chorier, du Prat).
No quinto capítulo adentramos o século XVIII, a idade de ouro da libertinagem, com seus contos de fadas eróticos (Voisenon), sátiras anticlericais (Latouche, Marquês d'Argens, Morlière, Tissot, Querlon), quadros de costumes populares e mundanos (Caylus, D'Aucour, Louvet), o quanto os livros censurados do antigo regime valiam uma fortuna no antigo regime (panfletos políticos e eróticos), teatros clandestinos (Legrand, Collé, d'Arnaud, Grandval, De Sales) , poesia da carne (Baffo, Beauveset, Piron, Meilhan), erotismo inglês (Cleland, Marten, Cotton, Stretser, Wilkes), panfletos revolucionários (Morande, Maréchal, La Bretonne, Couilladrin), memorialistas do sexo (Choisy, La Bretonne, Rousseau, Casanova, Desforges), além dos inclassificáveis Marquês de Sade, Mirabeau e Nerciat.
No sexto capítulo há um apanhado dos livros clandestinos do século XlX (Lebrun, Rochemond, Lallemant, Rioust, Beyle,Cuisin), tais como os românticos (Goethe, Hoffmann, Bohse, Schilling, Becker, Musset, Gautier), o culto da vênus negra (Baudelaire), os livros proibidos no reinado de Napoleão III (Montépin, Vésinier, Rolland, Duboys, Neuville, Monnier, Malassis, Duponchel, Baroche, Bégis, Hankey, Droz, Perret), o parnaso satírico (Béranger, Malassis, Bovie, Glatigny, Hannon, Haraucourt, Verlaine), descoberta da erotologia oriental (Nefzaoui, Vatsyayana, Malla), erotismo inglês (Cannon, Bertram, Swinburne, Sellon, Pike, Reddie, Potter, Ashbee, Havelock Ellis), literatura masoquista (Sacher-Masoch, Brohmek, Klein), pornografia americana (Greenhorn, Twain), realismo (Desjardins, Le Nismois, Belot, Nemo, Devereux), naturalismo (Desprez, Fèvre, Bonnetain, Rebell, Salten) e anarquismo (Gallais, talvez d'Echara).
O sétimo capítulo discorre sobre a literatura erótica feminina dos seus primórdios com Safo, passando pelo renascimento (d'Aragona, Flore, Guillet, Labé) e os dois séculos seguintes (Tencin, Mogador), além das pioneiras do século XIX (d'Ectot, Chartroule, Rachilde), Paris Lesbos (Pougy, Clifford-Barney, Renée Vivien), rainhas (Colette, Delarue-Mardrus, Dunan),o ápice (Anais Nin), O e Emanuelle, surrealismo (Mansour, Watteau, Kaplan, Pensrose, Zurn, Deforges, Deharme), feminismo (Rochefort, Leduc, Wittig, Gaetene). Esse sem duvida é o pior capítulo do livro, pois o autor destila suas "opiniões" sobre as mulheres. O HORROR.
No capítulo oito há o desnudamento dos romacistas do inconfessável já sobre a influência da psicanálise (Louys, Orlan, Lawrence, Lurçat, Valotaire, Gros).
O nono capítulo é dedicado a todos nossos companheiros de Sodoma: Wilde, Lorrain, Proust, Gide, Cocteau, Alibert, Jouhandeau, Genet, Burroughs, Duvett, Renaud Camus, Fernandez. Se o horror estava estampado em ler os preconceitos do autor quanto às mulheres, o choque faz mais sentido quando me deparei com as considerações tenebrosas dele sobre Jean Genet. O HORROR.
O décimo e derradeiro capítulo Alexandrian desnuda o que mais entende: o surrealismo, começando por Apollinaire, os dadaístas (Duchamp, Picabia), o erotismo velado da beleza convulsiva (Breton, Eluard, Desnos, Char), erotismo manifesto (Aragon), erotismo maldito (Bataille), os curiosa (Péret, Sylvius, Ruynes, Massot), Dalí, Miller, pós-guerra (Schade, Vian), editoração (Losfeld, Pauvert), barroco (Mandiargues, Raphael), letrismo (Isou), ética dos desejos loucos (Nougé, Plantier, Hardellet, Noel, Thirion, Duits, Pierre, Lely, Gracq, Bonnefoy, Lucas, Tzara) e encerra com um autor à beira do surrealismo: Klossowski. show less
No primeiro capítulo é sobre o erotismo na antiguidade, sobretudo dos gregos (Aristófanes, Meleagro, Sotades, Luciano), latinos (Catulo, Ovídio, Petrônio, Juvenal, Marcial, Apuleio) e cristãos (Ausônio, Agatias, Paulo o silenciário).
O segundo capítulo é sobre o erotismo na idade média, com seus fabliaux (Montaiglon), amor cortês (André o Capelão), sotties amorosas (Eustache Deschamps, Jean Molinet, Henri Baude, Michaut Taillevant) e a revolução de Boccaccio e suas influências (Decameron e Os contos de Canterbury de Chaucer).
O terceiro capítulo adentramos o renascimento e show more seu eros (Poggio e Morloni), a literatura aretinesca (Aretino, Veniero, Franco), os aturdidos (Vignale, Piccolomini), cent nouvelles nouvelles (La Sale), pantagruelismo (Rabelais), as gaités da Pléiade (Ronsard, Bellay, Baif, Jamyn, Tyard, etc), Dames galantes (Brantôme), haulte graisse (La Roche, Périers, Tabourot, Choliéres, Bouchet) e Le Moyen de Parvenir (Verville).
O quarto capítulo se atêm ao século XVII (Lemnius, Malherbe, Estoc, Maynard, Vanini, Viau, Bouchard, Pallavicino) sobretudo durante o reinado de Luis XIV (Corneille, Millot, Le Petit, La Fontaine, Rabutin, Corneille, Chorier, du Prat).
No quinto capítulo adentramos o século XVIII, a idade de ouro da libertinagem, com seus contos de fadas eróticos (Voisenon), sátiras anticlericais (Latouche, Marquês d'Argens, Morlière, Tissot, Querlon), quadros de costumes populares e mundanos (Caylus, D'Aucour, Louvet), o quanto os livros censurados do antigo regime valiam uma fortuna no antigo regime (panfletos políticos e eróticos), teatros clandestinos (Legrand, Collé, d'Arnaud, Grandval, De Sales) , poesia da carne (Baffo, Beauveset, Piron, Meilhan), erotismo inglês (Cleland, Marten, Cotton, Stretser, Wilkes), panfletos revolucionários (Morande, Maréchal, La Bretonne, Couilladrin), memorialistas do sexo (Choisy, La Bretonne, Rousseau, Casanova, Desforges), além dos inclassificáveis Marquês de Sade, Mirabeau e Nerciat.
No sexto capítulo há um apanhado dos livros clandestinos do século XlX (Lebrun, Rochemond, Lallemant, Rioust, Beyle,Cuisin), tais como os românticos (Goethe, Hoffmann, Bohse, Schilling, Becker, Musset, Gautier), o culto da vênus negra (Baudelaire), os livros proibidos no reinado de Napoleão III (Montépin, Vésinier, Rolland, Duboys, Neuville, Monnier, Malassis, Duponchel, Baroche, Bégis, Hankey, Droz, Perret), o parnaso satírico (Béranger, Malassis, Bovie, Glatigny, Hannon, Haraucourt, Verlaine), descoberta da erotologia oriental (Nefzaoui, Vatsyayana, Malla), erotismo inglês (Cannon, Bertram, Swinburne, Sellon, Pike, Reddie, Potter, Ashbee, Havelock Ellis), literatura masoquista (Sacher-Masoch, Brohmek, Klein), pornografia americana (Greenhorn, Twain), realismo (Desjardins, Le Nismois, Belot, Nemo, Devereux), naturalismo (Desprez, Fèvre, Bonnetain, Rebell, Salten) e anarquismo (Gallais, talvez d'Echara).
O sétimo capítulo discorre sobre a literatura erótica feminina dos seus primórdios com Safo, passando pelo renascimento (d'Aragona, Flore, Guillet, Labé) e os dois séculos seguintes (Tencin, Mogador), além das pioneiras do século XIX (d'Ectot, Chartroule, Rachilde), Paris Lesbos (Pougy, Clifford-Barney, Renée Vivien), rainhas (Colette, Delarue-Mardrus, Dunan),o ápice (Anais Nin), O e Emanuelle, surrealismo (Mansour, Watteau, Kaplan, Pensrose, Zurn, Deforges, Deharme), feminismo (Rochefort, Leduc, Wittig, Gaetene). Esse sem duvida é o pior capítulo do livro, pois o autor destila suas "opiniões" sobre as mulheres. O HORROR.
No capítulo oito há o desnudamento dos romacistas do inconfessável já sobre a influência da psicanálise (Louys, Orlan, Lawrence, Lurçat, Valotaire, Gros).
O nono capítulo é dedicado a todos nossos companheiros de Sodoma: Wilde, Lorrain, Proust, Gide, Cocteau, Alibert, Jouhandeau, Genet, Burroughs, Duvett, Renaud Camus, Fernandez. Se o horror estava estampado em ler os preconceitos do autor quanto às mulheres, o choque faz mais sentido quando me deparei com as considerações tenebrosas dele sobre Jean Genet. O HORROR.
O décimo e derradeiro capítulo Alexandrian desnuda o que mais entende: o surrealismo, começando por Apollinaire, os dadaístas (Duchamp, Picabia), o erotismo velado da beleza convulsiva (Breton, Eluard, Desnos, Char), erotismo manifesto (Aragon), erotismo maldito (Bataille), os curiosa (Péret, Sylvius, Ruynes, Massot), Dalí, Miller, pós-guerra (Schade, Vian), editoração (Losfeld, Pauvert), barroco (Mandiargues, Raphael), letrismo (Isou), ética dos desejos loucos (Nougé, Plantier, Hardellet, Noel, Thirion, Duits, Pierre, Lely, Gracq, Bonnefoy, Lucas, Tzara) e encerra com um autor à beira do surrealismo: Klossowski. show less
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- Fiction and Literature, Literature Studies and Criticism
- DDC/MDS
- 809.933538 — Literature & rhetoric Literature, rhetoric & criticism History, description, critical appraisal of more than two literatures Literature displaying specific features, miscellaneous writings Literature displaying other aspects Literature dealing with specific themes and subjects Humanity Human psychological and moral qualities Sex
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- PN56 .E7 .A44 — Language and Literature Literature (General) Literature (General) Theory. Philosophy. Esthetics
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