The Transfiguration of the Commonplace: A Philosophy of Art
by Arthur C. Danto
On This Page
Description
"Mr. Danto argues that recent developments in the artworld, in particular the production of works of art that cannot be told from ordinary things, make urgent the need for a new theory of art and make plain the factors such a theory can and cannot involve. In the course of constructing such a theory, he seeks to demonstrate the relationship between philosophy and art, as well as the connections that hold between art and social institutions and art history. The book distinguishes what belongs show more to artistic theory from what has traditionally been confused with it, namely aesthetic theory and offers as well a systematic account of metaphor, expression, and style, together with an original account of artistic representation. A wealth of examples, drawn especially from recent and contemporary art, illuminate the argument"--Distributed by Syndetic Solutions, LLC. show lessTags
Recommendations
Member Reviews
Terminei de reler, agora em português e muito detidamente, nessa bela edição, essa obra prima da filosofia da arte. Escrito na década de 80 mas mergulhado na cena da arte pop dos Estados Unidos da década de 60-70, especialmente da pintura, o livro propõe uma ontologia da obra de arte própria, em torna da ideia de que uma obra de arte tem um assunto, colocado de modo representacional e sob um certo estilo, convidando-nos à prática da interpretação, a partir de um contexto artístico. As obras se colocam num mundo da arte, e portanto, são objetos intencionais (que incorporam seu conteúdo) que por tal, saiem do nossa realidade cotidiana, separam-se da maneira como trataríamos objetos cotidianos.
Aqui Danto avança seu famoso show more método dos indiscerníveis e procura dar alcance máximo à seu representacionalismo. A condução do livro é muito interessante, supostamente baseada em Diderot (Jacques, o fatalista) e inspirada por diálogos platônicos. É divertida de ler, com uma camada que não exige tanto do leitor desavisado/artista, ao mesmo tempo que numa leitura detida apresenta ideias intrincadas e passagens complexas. Geralmente propõe uma situação imaginária, com elementos reais ou puramente de experimento mental, e assim traz à luz um problema quanto à natureza da arte, que discute e argumenta em torno, para avançar algum ponto ou arquitetar um recúo estratégico a fim de avançar mais em seguida. Assim, no fluxo da leitura, com os exemplos especialmente preparados, resgates históricos (também de filosofia: Poética e Retórica de Aristóteles, Íon de Platão, O nascimento da tragédia, de Nietzsche etc), é bastante convincente, e independentemente das suas pretensões universais, certamente nos ilumina sobre a arte contemporânea e o impulso artístico em geral, especialmente quando pensamos nos desdobramentos do seu exemplo predileto: aquele de dois objetos perceptivamente idênticos, um dos quais é arte e o outro não.
Também é interessante como o livro dialoga com o Linguagens da Arte, do Nelson Goodman, que também recomendo muito, embora mais explicitamente técnico. show less
Aqui Danto avança seu famoso show more método dos indiscerníveis e procura dar alcance máximo à seu representacionalismo. A condução do livro é muito interessante, supostamente baseada em Diderot (Jacques, o fatalista) e inspirada por diálogos platônicos. É divertida de ler, com uma camada que não exige tanto do leitor desavisado/artista, ao mesmo tempo que numa leitura detida apresenta ideias intrincadas e passagens complexas. Geralmente propõe uma situação imaginária, com elementos reais ou puramente de experimento mental, e assim traz à luz um problema quanto à natureza da arte, que discute e argumenta em torno, para avançar algum ponto ou arquitetar um recúo estratégico a fim de avançar mais em seguida. Assim, no fluxo da leitura, com os exemplos especialmente preparados, resgates históricos (também de filosofia: Poética e Retórica de Aristóteles, Íon de Platão, O nascimento da tragédia, de Nietzsche etc), é bastante convincente, e independentemente das suas pretensões universais, certamente nos ilumina sobre a arte contemporânea e o impulso artístico em geral, especialmente quando pensamos nos desdobramentos do seu exemplo predileto: aquele de dois objetos perceptivamente idênticos, um dos quais é arte e o outro não.
Também é interessante como o livro dialoga com o Linguagens da Arte, do Nelson Goodman, que também recomendo muito, embora mais explicitamente técnico. show less
Ratings
Members
- Recently Added By
Lists
The Great Courses: Visual Literacy Skills
53 works; 1 member
Author Information

97+ Works 3,302 Members
Art critic and philosopher Arthur C. Danto was born in 1924. He received a B.A. from Wayne State University in 1948 and a M.A. and a Ph.D. from Columbia University, in 1949 and 1952, respectively. He began teaching at Columbia University in 1951 and has been a professor since 1966. He has received many fellowships and grants including two show more Guggenheims, ACLS, and Fulbright, and has served as Vice-President and President of the American Philosophical Association, as well as President of the American Society for Aesthetics. His book Encounters and Reflections: Art in the Historical Present, a collection of art criticism, won the 1990 National Book Critics Circle Prize for Criticism. He is also the art critic for The Nation and an editor for the Journal of Philosophy. (Bowker Author Biography) show less
Awards and Honors
Awards
Common Knowledge
- Original title
- The Transfiguration of the Commonplace
- Original publication date
- 1981
Classifications
Statistics
- Members
- 289
- Popularity
- 111,139
- Reviews
- 1
- Rating
- (4.41)
- Languages
- 7 — English, French, German, Hungarian, Italian, Portuguese, Spanish
- Media
- Paper
- ISBNs
- 10




























































