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About the Author

Cathy Glass is a British author, freelance writer and foster caregiver. Glass has also written a parenting guide to bringing up children, Happy Kids, a guide to feeding children healthily, Happy Mealtimes, a general wellness guide, Happy Adults, a writing guide, About Writing and How to Publish, show more and three novels based on her 25 years as a foster parent. Her fostering memoir, Will You Love Me?, was published in September 2013; it tells the story of Lucy, her adopted daughter. In 2015, this memoir was listed on the New York Times bestseller list. (Bowker Author Biography) show less

Includes the name: Cathy Glass

Image credit: via bookmate.com

Series

Works by Cathy Glass

The Saddest Girl in the World (2009) 167 copies, 2 reviews
Another forgotten child (2012) 160 copies, 26 reviews
Hidden (2008) 154 copies, 2 reviews
Mummy Told Me Not to Tell (2010) 136 copies, 3 reviews
I Miss Mummy (2010) 116 copies, 4 reviews
The Night the Angels Came (2011) 104 copies, 3 reviews
A Baby's Cry (2012) 94 copies, 1 review
The Girl in the Mirror (2010) 89 copies, 1 review
My Dad’s a Policeman (Quick Reads) (2011) 83 copies, 3 reviews
Daddy's Little Princess (2014) 80 copies
The Child Bride (2014) 77 copies
Please Don’t Take My Baby (2013) 76 copies, 1 review
Run, Mummy, Run (2011) 72 copies
Nobody's Son (2017) 68 copies, 2 reviews
Can I Let You Go? (2016) 66 copies, 1 review
Cruel to Be Kind (2017) 64 copies, 1 review
The Silent Cry (2016) 63 copies
Where Has Mummy Gone? (2018) 60 copies
Girl Alone (2015) 60 copies, 1 review
A long way from home (2018) 57 copies, 1 review
Innocent (2019) 57 copies
Saving Danny (2015) 56 copies
Too Scared to Tell (2020) 49 copies, 1 review
A Terrible Secret (2020) 48 copies, 1 review
Finding Stevie (2019) 41 copies, 1 review
Damaged: free sampler (2014) 6 copies
Saving Danny: Part 2 of 3 (2015) 4 copies
Happy Adults (2012) 2 copies
Un terrible secret (2023) 1 copy
Helpless 1 copy
Cut: free sampler (2014) 1 copy

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Common Knowledge

Gender
female
Occupations
writer
Short biography
Cathy Glass's True Stories, in Chronological order:

Cut, The Silent Cry, Daddy’s Little Princess, Nobody’s Son, Cruel To Be Kind, The Night the Angels Came, A Long Way From Home, A Baby’s Cry, The Saddest Girl in The World, Please Don’t Take My Baby, Will You Love Me, I Miss Mummy, Saving Danny, Girl Alone, Where Has Mummy Gone? Damaged, Hidden, Mummy Told Me Not To Tell, Another Forgotten Child, The Child Bride, Can I Let You Go? Finding Stevie, Innocent, Too Scared To Tell, A Terrible Secret.
Nationality
UK
Associated Place (for map)
UK

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Reviews

89 reviews
Iniciei a leitura deste livro com algum receio. Acredito que a leitura de uma história verídica deve ser feita numa altura em que se tenha um certo estado de humor para que se possa entender e afeiçoar à história da forma correcta. Nunca tinha lido nenhum livro desta autora, que tem um longo historial profissional em casos de crianças em situações problemáticas, mas fiquei cativada pela forma doce como descrevia cada pormenor. Este livro fala de uma menina de quatro anos que foi show more retirada aos avós por estes serem considerados demasiado idosos para cuidar dela e que se encontra com uma família de acolhimento, que será apenas a ponte entre a fase de transição entre a vida com os avós e a futura vida com o pai e a madrasta. Logo no início achei que havia muitos pormenores por explicar, que o pai e a madrasta não eram as pessoas que demonstravam ser. Havia muito mais para contar acerca do histórico do pai da criança, mas uma assistente social apressada em passar ao caso seguinte não teve o cuidado de tratar devidamente da situação e começou logo a tratar de retirar a menina aos avós. Não quero estar a contar mais detalhes de tudo o que se passou, quero apenas transmitir os sentimentos que transbordaram em mim. Este é um livro muito tocante que como mencionei antes nos leva a pensar na forma com que a justiça funciona, em como é ou não justo retirar as crianças aos pais sem que haja realmente uma investigação mais profunda acerca do caso. Tocou-me ainda mais a pequena Alice, que mesmo depois de tantos acontecimentos traumatizantes na sua tenra idade, se mantinha tão doce para com aqueles que mais amava (mãe e avós) e também a forma adulta com que ela agia em determinadas alturas. Era uma menina muito inteligente, que conseguia entender melhor as situações que em que se encontrava do que aquilo que as assistentes sociais pensavam.
Cathy Glass é uma autora que quero continuar a seguir…
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I wish Cathy Glass had never written a book about fostering children. Not because of her writing ability-I enjoy her books immensely. I wish there was never a need for her to be a foster parent, that all children lived happy lives with loving parents. Unfortunately, there are many children that need people like Cathy to care for them and show them love.

Once again, Cathy Glass has written a book that I can't put down. Her writing leaves me feeling like I have shared her experiences. In this show more book, Cathy tells the story her first foster child, a young girl who cuts herself. Although Cathy and her husband try, they just can't seem to help Dawn. But as worried as they are about Dawn, they are even more concerned that she may harm their baby when she begins to sleepwalk. show less
A frightening look at the children who suffer lives most of us cant imagine. Cathy Glass highlights the struggles through the Social Services system of Aimee. The girl who slipped through the cracks.

This was my first experience reading Cathy Glass and my first exposure to her chronicles of the children she encounters a Foster Parent in the UK.

As someone who has read many books on the plight of children who suffer the greatest injustice.. a parent who does not or is not capable of love. show more
Aimee's story is just one more that will leave you asking WHY? Why have we not figured out a way to protect our children.

If you take anything from this story of a girl who at eight years old had never been given a shower or brushed her teeth or slept on a bed not soaked in urine. A child who was the recipient of the ultimate injustices to a human both mentally, and physically, I hope you take away the drive and need and desire to want to do more. I know that thanks to Aimee and other children like her, I have and I hope you do too.
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This review was written for LibraryThing Early Reviewers.
Iniciei a leitura deste livro com algum receio. Acredito que a leitura de uma história verídica deve ser feita numa altura em que se tenha um certo estado de humor para que se possa entender e afeiçoar à história da forma correcta. Nunca tinha lido nenhum livro desta autora, que tem um longo historial profissional em casos de crianças em situações problemáticas, mas fiquei cativada pela forma doce como descrevia cada pormenor. Este livro fala de uma menina de quatro anos que foi show more retirada aos avós por estes serem considerados demasiado idosos para cuidar dela e que se encontra com uma família de acolhimento, que será apenas a ponte entre a fase de transição entre a vida com os avós e a futura vida com o pai e a madrasta. Logo no início achei que havia muitos pormenores por explicar, que o pai e a madrasta não eram as pessoas que demonstravam ser. Havia muito mais para contar acerca do histórico do pai da criança, mas uma assistente social apressada em passar ao caso seguinte não teve o cuidado de tratar devidamente da situação e começou logo a tratar de retirar a menina aos avós. Não quero estar a contar mais detalhes de tudo o que se passou, quero apenas transmitir os sentimentos que transbordaram em mim. Este é um livro muito tocante que como mencionei antes nos leva a pensar na forma com que a justiça funciona, em como é ou não justo retirar as crianças aos pais sem que haja realmente uma investigação mais profunda acerca do caso. Tocou-me ainda mais a pequena Alice, que mesmo depois de tantos acontecimentos traumatizantes na sua tenra idade, se mantinha tão doce para com aqueles que mais amava (mãe e avós) e também a forma adulta com que ela agia em determinadas alturas. Era uma menina muito inteligente, que conseguia entender melhor as situações que em que se encontrava do que aquilo que as assistentes sociais pensavam.
Cathy Glass é uma autora que quero continuar a seguir…
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