The Dictators: Hitler's Germany, Stalin's Russia
by Richard Overy
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Description
"In the first full comparative history of Nazi Germany and Stalinist Russia, Overy clearly conveys the workings of these two bloody regimes. His portraits of Hitler and Stalin take in their private and public selves, their ascents to power, and their consolidation of absolute rule. He shows us the use of terror in each system; the ways in which the party dominated politics, culture, and the economy in each; and how each waged total war. He details the creation of the Nazi extermination camps show more and the vast Soviet Gulag - the two dictatorships in their most inhuman forms."--Jacket. show lessTags
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It was brilliant to read a comparison of the two great 20th century dictators and how their regimes differed and not differ!. Its an object lesson of what happens when a previously legitimate social and political European consensus collapses. Not that I would have accepted the pre world war one consensus. I would have been in the streets fighting for social, economic and political justice. Therefore more then likely to have been amongst the first killed in both political regimes. ;-(
You can see the premise of this book as a Grade 12 history assigne - compare and constrast - Hitler and Stalin. He does a great job...
Nesta obra são comparadas as ditaduras de Estaline e de Hitler, mostrando como apesar de serem completamente diferentes no ideário político e no ideal social, acabam por ser gémeas na metodologia utilizada para alcançar as finalidades das utopias propostas. Portanto, a obra é uma comparação das práticas de ambas as ditaduras ou seja, daquilo que tinham de semelhante e não uma comparação do seu ideário, que era justamente o que as afastava.
As democracias liberais estão ausentes desta comparação. Presume-se que não seriam comparáveis a ditaduras deste tipo. Porém, em certos momentos da leitura desta obra, somos levados a crer que o êxito de ambas as ditaduras também se deveu às fragilidades e problemas do show more liberalismo, questões que tão prementes são no início do século XXI.
Tipicamente referem-se os aspectos mais sombrios e negativos do comunismo (ausência de melhoria das condições de vida da população, repressão severa, gulag) e do nazismo (II Guerra Mundial holocausto), esquecendo os aspectos positivos que ambos os sistemas também possuíam, pois tais aspectos coincidem com o lado negro do sistema capitalista em que vivemos, sistema duplamente vencedor: primeiro sobre o nazismo na II Guerra Mundial, depois sobre o comunismo na guerra-fria. Talvez o sistema capitalista venha a sucumbir perante um adversário ainda mais terrível: a sua ambição desmesurada!
A experiência soviética foi um fracasso; caiu de madura ao fim de 70 anos. Porém, se tal experiência tivesse ocorrido num país mais desenvolvido, como a França, o Reino Unido ou mesmo a Alemanha, talvez tivéssemos assistido a um êxito semelhante ao da Revolução Francesa de 1789.
Aliás, foi exactamente isso que sucedeu com o nazismo, regime que teve o apoio da generalidade da população, porque elegeu um inimigo comum, um alvo a abater. Tal estratégia tem vindo a ser utilizada regularmente desde o final da II Guerra Mundial pelos democráticos EUA, de modo a garantir a sua coesão interna. Em termos estritamente internos, o nazismo aparece como melhor regime para a maioria da população do que o liberalismo burguês, daí o êxito rapidamente alcançado.
É melhor ter uma utopia, mesmo impossível de alcançar ou até mesmo errada, do que não ter nenhuma ideia para além da ganância dos governantes e elites libérias.
A questão religiosa da URSS é abordada da página 315 à 324 e na Alemanha da página 324 à 334.
A ideia de ser auto-suficiente em produções estratégicas, para que não ficassem refém do capitalismo internacional, parece-me uma política económica lúcida e sóbria. Tal política apesar de completamente esquecida nestes tempos de capitalismo global, foi seguida por ambas as ditaduras, conscientes que eram do verdadeiro interesse nacional. Afinal, a economia também pode servir para enriquecer o Estado e toda a Nação e não apenas alguns indivíduos.
Os capítulos sobre a guerra têm abordagens originais e interessantes. Pareceu-me, no entanto, que os apoios americano e inglês à URSS não foram suficientemente valorizados.
Mesmo os campos de concentração, com todos os horrores que lhe estão associados, tanto faz serem alemães ou soviéticos, tem um lado positivo e que as democracias liberais deveriam seguir: não permitir que os cidadãos honestos, trabalhadores e contribuintes, sustentem a escória que se encontra presa: estes têm de merecer o seu sustento. Afinal, foram presos para serem castigados pelos seus crimes contra a sociedade.
O capítulo sobre os campos é impressionante; a humanidade no seu pior! É bizarro como em ambos os regimes ser dissidente era punido com maior rigor, do que o eram os verdadeiros criminosos. Apesar de tudo, talvez porque se destinavam a compatriotas, os campos soviéticos foram menos cruéis e letais do que os campos alemães, ou talvez porque aqui predominasse a ideia do castigo e ali a ideia da exploração da mão-de-obra.
Na conclusão, o autor defende que as ditaduras eram demasiado semelhantes para se poderem tolerar mutuamente. A chave desta ideia é posta na pena soviética de Valentim Berezkhov, de visita a Berlim disse que sentia ali como em casa. show less
As democracias liberais estão ausentes desta comparação. Presume-se que não seriam comparáveis a ditaduras deste tipo. Porém, em certos momentos da leitura desta obra, somos levados a crer que o êxito de ambas as ditaduras também se deveu às fragilidades e problemas do show more liberalismo, questões que tão prementes são no início do século XXI.
Tipicamente referem-se os aspectos mais sombrios e negativos do comunismo (ausência de melhoria das condições de vida da população, repressão severa, gulag) e do nazismo (II Guerra Mundial holocausto), esquecendo os aspectos positivos que ambos os sistemas também possuíam, pois tais aspectos coincidem com o lado negro do sistema capitalista em que vivemos, sistema duplamente vencedor: primeiro sobre o nazismo na II Guerra Mundial, depois sobre o comunismo na guerra-fria. Talvez o sistema capitalista venha a sucumbir perante um adversário ainda mais terrível: a sua ambição desmesurada!
A experiência soviética foi um fracasso; caiu de madura ao fim de 70 anos. Porém, se tal experiência tivesse ocorrido num país mais desenvolvido, como a França, o Reino Unido ou mesmo a Alemanha, talvez tivéssemos assistido a um êxito semelhante ao da Revolução Francesa de 1789.
Aliás, foi exactamente isso que sucedeu com o nazismo, regime que teve o apoio da generalidade da população, porque elegeu um inimigo comum, um alvo a abater. Tal estratégia tem vindo a ser utilizada regularmente desde o final da II Guerra Mundial pelos democráticos EUA, de modo a garantir a sua coesão interna. Em termos estritamente internos, o nazismo aparece como melhor regime para a maioria da população do que o liberalismo burguês, daí o êxito rapidamente alcançado.
É melhor ter uma utopia, mesmo impossível de alcançar ou até mesmo errada, do que não ter nenhuma ideia para além da ganância dos governantes e elites libérias.
A questão religiosa da URSS é abordada da página 315 à 324 e na Alemanha da página 324 à 334.
A ideia de ser auto-suficiente em produções estratégicas, para que não ficassem refém do capitalismo internacional, parece-me uma política económica lúcida e sóbria. Tal política apesar de completamente esquecida nestes tempos de capitalismo global, foi seguida por ambas as ditaduras, conscientes que eram do verdadeiro interesse nacional. Afinal, a economia também pode servir para enriquecer o Estado e toda a Nação e não apenas alguns indivíduos.
Os capítulos sobre a guerra têm abordagens originais e interessantes. Pareceu-me, no entanto, que os apoios americano e inglês à URSS não foram suficientemente valorizados.
Mesmo os campos de concentração, com todos os horrores que lhe estão associados, tanto faz serem alemães ou soviéticos, tem um lado positivo e que as democracias liberais deveriam seguir: não permitir que os cidadãos honestos, trabalhadores e contribuintes, sustentem a escória que se encontra presa: estes têm de merecer o seu sustento. Afinal, foram presos para serem castigados pelos seus crimes contra a sociedade.
O capítulo sobre os campos é impressionante; a humanidade no seu pior! É bizarro como em ambos os regimes ser dissidente era punido com maior rigor, do que o eram os verdadeiros criminosos. Apesar de tudo, talvez porque se destinavam a compatriotas, os campos soviéticos foram menos cruéis e letais do que os campos alemães, ou talvez porque aqui predominasse a ideia do castigo e ali a ideia da exploração da mão-de-obra.
Na conclusão, o autor defende que as ditaduras eram demasiado semelhantes para se poderem tolerar mutuamente. A chave desta ideia é posta na pena soviética de Valentim Berezkhov, de visita a Berlim disse que sentia ali como em casa. show less
Jan 23, 2021Portuguese (Portugal)
The Dictators is een bijna encyclopedisch, maar ook zeer analytisch werk, waarin op een zeer grondige manier wordt beschreven hoe deze dictaturen werkten. Economie, religie, de wet, het kampsysteem, de rol van de partij ten opzichte van de staat en nog veel meer komen aan de orde in de dichtbedrukte 650 pagina’s.
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May 24, 2008Dutch
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Richard Overy is Professor of History at the University of Exeter, UK. He has published more than 25 books on the history of air power, the Second World War and the European dictatorship. He was the winner of the Wolfon Prize for history in 2004 and in 2014 he won a Cundill Award for his book The Bombing War: European 1939-1945. He is a Fellow of show more the British Academy, and a Member of the European Academy for Science and Arts. show less
Awards and Honors
Awards
Common Knowledge
- Canonical title*
- Die Diktatoren: Hitlers Deutschland, Stalins Russland
- People/Characters
- Adolf Hitler; Joseph Stalin
- Important places
- Germany; Russia
- Epigraph
- Human groupings have one main purpose: to assert everyone's right to be different, to be special, to think, feel and live in his or her own way. People join together in order to win or defend this right. But this is where a t... (show all)errible, fateful error is born: the belief that these groupings in the name of a race, a God, a party or a State are the very purpose of life and not simply a means to an end. No! The only true and lasting meaning of the struggle for life lies in the individual, in his modest peculiarities and in his right to those peculiarities. - Vasily Grossman, Life and Fate, p. 230.
In Russia and in Germany - and wherever totalitarianism penetrated - men were fired by a fanatical faith, by an absolute unquestioning certainty which rejected the critical attitude of modern man. Totalitarianism in Russia an... (show all)d Germany broke the dikes of civilization which the nineteenth century had believed lasting. - Hans Kohn, 1949 - First words
- The temptation to compare Hitler and Stalin is a compelling one.
*Some information comes from Common Knowledge in other languages. Click "Edit" for more information.
Classifications
- Genres
- History, Nonfiction, General Nonfiction, Biography & Memoir, Politics and Government
- DDC/MDS
- 943.086 — History & geography History of Europe Central Europe: Germany, Austria, Switzerland, Czech, Poland, Hungary Historical periods of Germany Germany 1866- Third Reich 1933-1945
- LCC
- DD247 .H5 .O94 — History of Europe, Asia, Africa and Oceania Germany History of Germany History By period Modern, 1519- 19th-20th centuries Revolution and Republic, 1918-
- BISAC
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- 5
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- 7 — Dutch, English, Estonian, German, Polish, Portuguese, Spanish
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- Paper, Ebook
- ISBNs
- 20
- ASINs
- 7




























































