Castro Alves (1847–1871)
Author of Espumas Flutuantes
About the Author
Works by Castro Alves
Pedrinho Coração de Ouro 2 copies
Nossos poetas clássicos 2 copies
The Major Abolitionist Poems of Castro Alves (Library of World Literature in Translation) (1990) 2 copies
castro alves obra completa 2 copies
Espumas Flutuantes [Annotated] (Clássicos da Literatura Brasileira Adaptados à Reforma Ortográfica Livro 21) (Portuguese Edition) (1870) 2 copies
Poesias Escolhidas 2 copies
Navio negreiro. Poema 2 copies
Elektitaj poemoj 1 copy
PERFIS BRASILEIROS 1 copy
La negrista ŝipo 1 copy
POEMAS ABOLUCIONISTAS. 1 copy
Antologia De Poesia e Prosa 1 copy
MESTRE DA LITERATURA 1 copy
Os mais lindos poemas 1 copy
ESPUMAS FLUTUANTES 1 copy
Correspondencia e Crítica 1 copy
Teatro Casto Alves 1 copy
150 anos poemas selecionados 1 copy
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Common Knowledge
- Canonical name
- Alves, Castro
- Legal name
- Castro Alves, Antonio de
- Other names
- "Poet of the slaves"
- Birthdate
- 1847-03-17
- Date of death
- 1871-07-06
- Gender
- male
- Occupations
- poet
- Nationality
- Brazil
- Places of residence
- Muritiba, Brazil (birth)
Salvador, Brazil (death) - Associated Place (for map)
- Brazil
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É impressionante como a poesia pode falar conosco independente da época. A poesia, assim como as emoções, é atemporal e puramente humana; provavelmente a forma mais palpável de se entender o sentimento de quem passou por períodos difíceis da nossa história é através das artes, a música e a literatura, principalmente.
A obra apresenta os principais poemas do autor divididos em seis núcleos temáticos: o amor, a liberdade, a morte, a natureza, a saudade e a própria poesia. Em seus poemas de caráter épico-social, dos quais o mais famoso é “O navio negreiro”, constata-se a marca vigorosa da oratória e a denúncia das mazelas da escravidão.
Antônio Frederico de Castro Alves, intitulado o “poeta dos escravos”, é poeta e dramaturgo. Entre suas obras mais conhecidas estão: Espumas Flutuantes show more (1870), A cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os escravos (1883) e Hinos do Equador (1921). show less
Antônio Frederico de Castro Alves, intitulado o “poeta dos escravos”, é poeta e dramaturgo. Entre suas obras mais conhecidas estão: Espumas Flutuantes show more (1870), A cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os escravos (1883) e Hinos do Equador (1921). show less
Publicada em 1876, “A Cachoeira de Paulo Afonso” foi a primeira coletânea de poemas de Castro Alves após seu falecimento em 1871. Agora em nova edição, revisada conforme o novo acordo ortográfico e organizada com índice ativo.
Único livro de poesia publicado pelo autor em vida. Temática social e política inspirada em visão libertária. De vida breve e trágica, o poeta baiano foi um grande nome do romantismo.
Publicado em 1870, Espumas Flutuantes é a única obra de Castro Alves que teve a edição revisada pelo autor. O título sugere transitoriedade, pois o poeta sente que seu fim está próximo.
Ao tratar do amor, Castro Alves refere-se não só à mulher de forma idealizada, mantendo as tradições do show more Romantismo, mas distoa do movimento ao buscar o amor carnal, real e tingido com as cores do erotismo.
Ainda dentro das produções líricas, o poeta refere-se à natureza que, em seus versos, se torna vibrante e concreta, emoldurada por um sistema dinâmico de imagens que geralmente são tomadas de aspectos grandiosos do universo - o mar, os astros, a imensidão ou o infinito.
Devem ser destacados os seus versos de cunho existencial que ganham plenitude quando apregoam o gozo e os prazeres da vida.
Neste livro, ao lado de traduções e paráfrases de Byron, Hugo, Musset, figuram também composições de caráter épico-social, como O Livro e a América, Ode ao Dous de Julho, Pedro Ivo, paradigmas do condoreirismo do poeta.
O mesmo já não acontece nos poemas em que o poeta registra êxtases e desalentos amorosos: Hebréia, Boa Noite, bem como o ciclo inspirado por Eugênia Câmara, ao qual pertencem entre outros, O Gondoleiro do Amor, Hino ao Sono, É Tarde. Em tais poemas, aparado das demasias verbais, o verso se faz sugestivo e as metáforas naturais, para expressarem a experiência amorosa em sua plenitude carnal e sentimental, plenitude que, entre os nossos românticos, Castro Alves foi o único a ostentar. show less
Publicado em 1870, Espumas Flutuantes é a única obra de Castro Alves que teve a edição revisada pelo autor. O título sugere transitoriedade, pois o poeta sente que seu fim está próximo.
Ao tratar do amor, Castro Alves refere-se não só à mulher de forma idealizada, mantendo as tradições do show more Romantismo, mas distoa do movimento ao buscar o amor carnal, real e tingido com as cores do erotismo.
Ainda dentro das produções líricas, o poeta refere-se à natureza que, em seus versos, se torna vibrante e concreta, emoldurada por um sistema dinâmico de imagens que geralmente são tomadas de aspectos grandiosos do universo - o mar, os astros, a imensidão ou o infinito.
Devem ser destacados os seus versos de cunho existencial que ganham plenitude quando apregoam o gozo e os prazeres da vida.
Neste livro, ao lado de traduções e paráfrases de Byron, Hugo, Musset, figuram também composições de caráter épico-social, como O Livro e a América, Ode ao Dous de Julho, Pedro Ivo, paradigmas do condoreirismo do poeta.
O mesmo já não acontece nos poemas em que o poeta registra êxtases e desalentos amorosos: Hebréia, Boa Noite, bem como o ciclo inspirado por Eugênia Câmara, ao qual pertencem entre outros, O Gondoleiro do Amor, Hino ao Sono, É Tarde. Em tais poemas, aparado das demasias verbais, o verso se faz sugestivo e as metáforas naturais, para expressarem a experiência amorosa em sua plenitude carnal e sentimental, plenitude que, entre os nossos românticos, Castro Alves foi o único a ostentar. show less
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