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Lima Barreto (1881–1922)

Author of The Patriot

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About the Author

Image credit: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lima_Barreto

Works by Lima Barreto

The Patriot (1915) 766 copies, 8 reviews
Recordações do escrivão Isaías Caminha (1990) 143 copies, 2 reviews
Clara dos Anjos (1990) 132 copies, 3 reviews
Os Bruzundangas (1998) 69 copies, 1 review
Contos de hoje e de ontem (1900) 22 copies
The Man Who Knew Javanese {story} (2003) 19 copies, 1 review
Numa e a Ninfa (1989) 17 copies, 1 review
A nova California (2011) 17 copies
Obra Reunida (2018) 14 copies
Histórias e sonhos (1920) 12 copies
O cemitério dos vivos (2004) 11 copies
Contos reunidos (2005) 9 copies
Miss Edith e seu tio (2000) 7 copies
Contos de Lima Barreto (2014) 6 copies
Contos 5 copies
A barganha 3 copies
Lima Barreto 3 copies
Dos Novelas (1978) 2 copies
Cinco Mulheres (2004) 2 copies
A biblioteca | A barganha (2018) 2 copies
O pecado 1 copy
O cangaceiro 1 copy
Lima Barreto (2013) 1 copy
A biblioteca (2021) 1 copy
Contos (2001) 1 copy
Crônicas para Jovens (2017) 1 copy

Associated Works

The Oxford Book of Latin American Short Stories (1997) — Contributor — 120 copies
Triste Fim De Policarpo Quaresma (2013) — Author — 16 copies
Quem conta um conto... e outros contos — Contributor — 1 copy
Clara dos Anjos — Author — 1 copy
Triste fim de Policarpo Quaresma — Author — 1 copy

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Legal name
Lima Barreto, Alfonso Henriques de
Other names
Lima Barreto
Birthdate
1881-05-13
Date of death
1922-11-01
Gender
male
Occupations
novelist
journalist
short story writer
Nationality
Brazil
Places of residence
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil (birth|death)
Associated Place (for map)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

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Reviews

25 reviews
Como diria nossa grande pensadora Valesca Popozuda: esse livro é só “tiro, porrada e bomba”.
Relato semi-biográfico sobre a passagem de Lima Barreto na redação de Edmundo Bittencourt no Correio da Manhã, retrata a mediocridade, manipulação e canalhice que imperavam no meio jornalístico da época e do qual pouca coisa mudou na mídia corporativa de hoje, para não dizer que o jornalismo de hoje não chega mesmo a ser ainda mais calhorda e medíocre.
Mas não é apenas a crítica show more aos meios de comunicação o cerne da pungência deste livro, mas também a sutil condição racista do Brasil pós-escravidão, o que é sutil é a maneira que Lima Barreto descreve coisas que viveu literalmente na pele e não as formas de racismo que eram bem declaradas e evidentes num mundo pré-criminalização.
É mesmo impressionante que esse seja um primeiro livro de alguém, a sagacidade e o corte cirúrgico com que são feitos os comentários e situações de um Brasil eternamente decadente o tornam tão atemporal e clássico por natureza que seriam poucas as modificações a serem feitas diante da conjuntura atual.
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Mais um documento histórico que funciona como preparação, Diário do hospício não é propriamente um diário, soa mais como anotações dispersas para futuro uso ficcional, se comparado ao diário de Maura Lopes Cançado sobre sua internação também no Pedro II algumas décadas mais tarde, as diferenças de qualidades literárias são gritantes, sendo a obra de Cançado de um primor inigualável. Adentrando Cemitério dos Vivos, vemos como funcionou a mente barretiana com relação ao show more diário e de como galgou as informações ali contidas em prol da ficção. show less
Brazil, actually Rio, in the 1890s. A story that (perhaps too) closely follows the political developments of that decade, so familiarity would be very helpful (I spent a LOT of time going back and forth with the helpful notes which, though useful, aren’t as good as really knowing the people and the history first-hand). The protagonist is a champion for everything Brazilian and is a very sympathetic character. The book is good and, given Barreto's clear political and social sympathies, must show more have been controversial in its day. I can see how it could still be an important book in Brazil but I'm not sure how well it survive outside its own milieu. I enjoyed it for the most part but I guess the best illustration of my ambivalence is that it took several weeks to finish a easily readable 200-page book. show less
½
Obra publicada em 1891, um dos romances mais icônicos da fase Realista de Machado de Assis. O personagem central é um filófoso, Quincas Borbas, que já nos foi apresentado na obra anterior Memórias Póstumas der Brás Cubas de 1881, defendia o Humanitismo, tese criada por si, que ia em contrapartida dos conceitos apresentados no Positivismo e Determinismo.

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