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Series

Works by Ariel Durant

The Lessons of History (1968) 2,140 copies, 34 reviews
The Life of Greece (1939) 2,053 copies, 13 reviews
Our Oriental Heritage (1935) 1,967 copies, 20 reviews
Caesar and Christ (1944) 1,957 copies, 14 reviews
The Reformation (1957) 1,888 copies, 12 reviews
The Age of Faith (1950) 1,724 copies, 11 reviews
The Age of Louis XIV (1963) 1,632 copies, 6 reviews
The Age of Reason Begins (1961) 1,621 copies, 10 reviews
The Age of Voltaire (1965) 1,620 copies, 6 reviews
Rosseau and Revolution (1967) 1,617 copies, 10 reviews
The Age of Napoleon (1975) 1,463 copies, 12 reviews
The Complete Story of Civilization (1963) 1,276 copies, 15 reviews
The Story of Civilization, 1-10 (1969) 41 copies, 1 review
Die Napoleonische Ära (1983) 9 copies
Europa im Zeitalter der Könige (1983) — Author — 8 copies
Das Zeitalter Voltaires (1983) 8 copies

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Common Knowledge

Other names
Kaufman, Ada/Ida (birth)
Kaufman, Chaya
Birthdate
1898-05-10
Date of death
1981-10-25
Gender
female
Education
Ferrer Modern School, New York, New York, USA
Art Students League of New York
Occupations
historian
writer
Awards and honors
Presidential Medal of Freedom (1977)
Los Angeles Times Woman of the Year Award in Literature (1965)
Pulitzer Prize (General Nonfiction, 1968)
Relationships
Durant, Will (husband)
Short biography
Chaya (or Ada) Kaufman was born in Ukraine and emigrated with her family to the USA. In 1913, while a 15-year-old schoolgirl in New York City, she fell in love with and married Will Durant, one of her teachers. The most famous story told about her is that she was so young, she arrived at City Hall on rollerskates for their wedding. Durant called her Ariel, and she later adopted the name legally. She was involved with her husband in the writing of every volume of The Story of Civilization but only received author credit for the volumes published in 1961 and after. She shared the Pulitzer Prize in 1968 for "Rousseau and Revolution."
Nationality
USA
Birthplace
Khmelnytskyi, Ukraine
Places of residence
Khmelnytskyi, Ukraine
New York, New York, USA
Place of death
Los Angeles, California, USA
Burial location
Westwood Village Memorial Park Cemetery, Los Angeles, California, USA
Associated Place (for map)
USA

Members

Discussions

The Story of Civilization by the Durants: Yea or Nay? in Non-Fiction Readers (January 16)
Will Durant’s The Story of Civilization in Easton Press Collectors (September 2025)

Reviews

225 reviews
Will and Ariel Durant dominated the field of writing history as I grew up and this book shows why. It is a concise handling of what we should have or could have learned from a study of history. It reviews economics, politics, art, the sciences and all fields of human endeavor to arrive at wonderful observations and conclusions.
It accomplishes all this in only a hundred pages.
It does not suggest what actions we, as world citizens, should take, but merely tells us where he have prevailed, show more succeeded and blundered in the past. Although written over 50 years ago in 1968, it suggests some elements of history which are now our new reality and some which are in the making even today. The disintegration of the arts into chaotic forms, for instance, the threat to Democracy, especially in America, of self-centered dictatorial ambitions, and the continuing dominance of the East against the cultures, economics and politics of the West.
It is a worthwhile read and a prescient analysis of why and how we might (and are) descend into self-destruction, not by nuclear blast, but by political lassitude.
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O Will e a Ariel possuem uma prosa e uma habilidade para escrever história que mesmo depois de duas mil páginas (Nossa Herança Oriental e Nossa Herança Clássica) eu ainda me sinto disposto de encarar mais outras mil. Olha que eu sou um leitor de pouco fôlego e que história seja talvez um interesse menor meu, em comparação com ficção e outras coisas.

É, sobretudo, a personalidade deles, o método e a maneira de avançar nos tópicos que faz um livro de história da primeira metade show more do século passado ter tanto frescor. O Will com certeza se inspira nos historiadores antigos — Heródoto e Tucídides —, e a ajuda da Ariel faz com que ele não caia em muito dos problemas de outros historiadores antigos no trato das raças, do gênero, da sexualidade e, principalmente, do papel feminino na história. Desde o primeiro livro isso fica claro.

Para fazer A História da Civilização, por exemplo, "o casal Durant empregou a maior parte de seu tempo de trabalho (oito a quatorze horas diárias) ao livro ", e a dedicação foi tanta que "Para se prepararem melhor para a obra, Will Durant e a mulher viajaram pela Europa em 1927, deram a volta ao mundo em 1930, para estudar o Egito, o Oriente Próximo, índia, China e Japão, e novamente circularam a Terra em 1932, para visitar o Japão, a Manchúria, Sibéria, Rússia Europeia e Polônia.

Outro ponto que talvez me faça lê-los com tanto vigor é o método e o objetivo que eles possuem. O primeiro: escrever a história como "o estudo das principais fases da vida, do trabalho, da cultura [e da arte] de um povo, entrosadamente." Isso pauta muito do conteúdo. A gente lê muito sobre todo tipo de arte, trechos de literatura, referências a estatuária e a pintura, entre outros. O segundo ponto: eles enxergam o estudo da história como uma iluminação dos dias de hoje "[Will] nos recorda que os ditadores sempre usaram o mesmo métodos" e que fenômenos e acontecimentos antigos são atuais, como "agências bancárias, de fundos destinados a melhoramentos com fins políticos, depressão econômica, projetos e regulamentações governamentais, socialismo do Estado, planos prioritários de tempo de guerra, corrupção eleitoral, grupos de pressão, associações de classe e outros (...) e existem há pelo menos dois mil anos.

Agora, nesta entrada da série: a história de Roma e Cristo. O drama do maior império da história, que nenhum poeta conseguiria replicar ou fabricar. De uma aldeia de encruzilhada à dominação do mundo; e, então, a queda.
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Nossa Herança Oriental (A História da Civilização #1) — ✲ 5.0/5.0
A velha mãe Àsia
1047 pp.


Quase cinco meses de leitura e por volta de novecentos e oitenta densas páginas (a última centena é "apenas" a extensa catalogação de notas, referências e bibliografia do autor), mas que de forma alguma me cansaram. Tanto que já vou emendar no próximo: Nossa Herança Clássica (Grécia)

Nossa Herança Oriental é um livro que todo mundo deveria ler, seja seu interesse pelas artes, show more literatura, política, guerras ou história. O fato de ter sido escrito em 1935 não incomoda, o Will é lúcido e pungente a todo tempo, principalmente quando o assunto é o contraste entre Ocidente e Oriente, mas também em muitos outros aspectos; chega um momento que você consegue sentir a ironia exalando de certos apontamentos e muitos excertos beiram o cômico (intencionalmente), brincando com a visão ocidental e americanizada da história com H maiúsculo.

Além disso, o fato de ter sido escrito antes da Segunda Guerra, torna certos apontamentos do Will ainda mais interessantes. Não sei se foi era a aura do momento ou se esse era o pensamento geral da época, mas no capítulo sobre o Japão, desde o início, da sua forçada modernização por parte de exigências (explícitas e implícitas) do Ocidente, Will praticamente crava que o que se seguiria seria algum tipo de guerra, retaliação, entre Japão, Estados Unidos e Rússia.

A prosa e a seleção do autor sobre o que mostrar das antiquíssimas sociedades é um deleite, desde Elam até a China, e vossas respectivas letras, guerras e artes. Eu aposto: é impossível você terminar de ler esse livro sem ter feito, no mínimo, umas cinquenta anotações ou destaques. É de longe o melhor e mais interessante livro de “história” — na verdade, é muito mais que só um livro de história — que já li.

A única ressalva é quanto aos primeiros capítulos, ainda sim interessantes, mas que tateiam sobre as Fundações da Civilização, o que o faz ficar muito nas suposições. Mas conforme avança e mais fatos e informações temos, o livro tende a melhorar. O interesse próprio do leitor tornará certos capítulos melhores e mais interessantes que outros, mas todos os capítulos, e a tentativa de apreender e passear por milhares de anos da civilização é louvável: Suméria, Egito, Babilônia, Assíria, com um Interlúdio (Hititas, Fenícios, Frígios e outros Semitas), e então Judéia, Pérsia, Índia, China e Japão. É em tamanho, escopo e em qualidade, um livrasso.

Tenho quase umas duzentas anotações nesses livro, mas é melhor concluir com uma parte da própria conclusão do Will e da Ariel:

"A Europa e a América são as filhas, muito estragadas de mimos, da velha Ásia, e nunca perceberam a riqueza de sua herança pré-clássica. Mas se fizermos a conta das artes e processos que o Ocidente tomou do Oriente ou que apareceram primeiro no Oriente, ver-nos-ermos, sem o perceber, desenhando um esboço da [nossa] civilização"
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Durant says that he writes synthetic history, a portrait of all aspects of a society across time. This cannot be written without the plodding happy work of analytic history of course, and contains inevitable errors of detail for one mind cannot hold all the facts. But it takes one mind, a sympathetic mind, to assemble those details into a picture of successes and failures that at once tell an exiting tale and illuminate our own times. And since our civilization is so deeply and widely show more influenced by Greece, both directly and through Rome (and by the Egyptian and Mesopotamian and civilizations from which Greece borrowed) if we are wise we can see in the Greek example some our strengths and many of our failings. show less

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