Wilfrid Sellars (1912–1989)
Author of Empiricism and the Philosophy of Mind
About the Author
Wilfrid Sellars taught at the University of Minnesota, Yale University, and the University of Pittsburgh. The son of the American philosopher Roy Wood Sellars, he won early fame at Minnesota as the coeditor of two volumes, one on logical analysis, the other on ethical theory, that introduced a show more generation of American students to the problems and issues of analytic philosophy. Readings in Philosophical Analysis (1949) was immediately adopted as the major textbook on analytic philosophy used in American colleges and universities, and his Readings in Ethical Theory (1952) was equally influential. E. W. Hall, reviewing the first edition for Ethics, declared that "This reviewer finds the volume intellectually exciting. . . . This result was achieved by a rigorous restriction in the range of material used and in a happy and entirely rational collection of it. The selections are uniformly high level: they reveal competent ethicists at work, writing for philosophically literate readers." Sellars's early articles, influenced by the logical atomism of Ludwig Wittgenstein and Bertrand Russell (see also Vol. 5), reveal an inquisitive metaphysician who was also a careful student of the great figures in the history of philosophy. As Sellars matured, his work took a turn in the direction of Immanuel Kant and C. S. Peirce. From Kant he derived his sense of the role of conceptual structure---in the contemporary term, language---in shaping experience, so that there is no absolute given. From Peirce he gained insight into the normative aspect of all beliefs, including science. However, Sellars did not merely follow his sources. A profoundly original metaphysician, he transformed all these conceptions in the articulation of a philosophical system distinctively his own. His major book, Science and Metaphysics: Variations on Kantian Themes (1968), received great acclaim. The reviewer for the Times Literary Supplement noted: "Although Professor Sellar's philosophical writings make difficult reading, their content is rewarding. . . . What distinguishes [his] scientific realism from older and modern versions of scientism is his emphasis on the normative aspects of both practical and theoretical thinking." (Bowker Author Biography) show less
Image credit: Photo at the top of the page is a gift from Cynthia Freeland. Taken by either her or Ken Alpern. Krist Bender, Cynthia's husband, scanned it.
Works by Wilfrid Sellars
Associated Works
The Foundations of Science and the Concepts of Psychology and Psychoanalysis (1956) — Contributor — 29 copies
Values and morals : essays in honor of William Frankena, Charles Stevenson, and Richard Brandt (1978) — Contributor — 11 copies
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Common Knowledge
- Birthdate
- 1912-05-20
- Date of death
- 1989-07-02
- Gender
- male
- Awards and honors
- President, American Philosophical Association Eastern Division (1970-71)
- Relationships
- Sellars, Roy Wood (father)
Rosenberg, Jay F. (student)
Members
Reviews
Sellars, em um texto barroco e complexo, expõe em suas diferentes variantes o mito do dado - de que existe conhecimento não-mediado, imediato, direto. O faz em considerações analíticas de posições históricas - colocando uma versão clássica-realista, uma empirista, dos "dados dos sentidos" e versões contemporâneas (até a década de 50) ainda tingidas pelo mito, para chegar na versão ryleana, que elimina o mito, mas a custo de eliminar as categorias importantes do pensamento show more (episódios mentais internos) e impressões - isto é, de dizer que a entidade "mente" é ilusória. Sellars quer então mostrar que há como ser wittgensteiniano sem ser ryleano - que é possível manter, via apelo à noção de entidades teóricas, essas categorias e ao mesmo tempo recusar o mito do dado. Isso o leva a formular o "mito de Jones".
O homem é um usuário de conceitos, cuja unidade básica é o uso da palavra pra fazer julgamentos. O coloca no espaço das razões - o jogo de dar e pedir por razões, em meio a uma comunidade de usuários da linguagem. Mas então, e as impressões, não fundamentam nada? Não. A racionalidade não precisa de um início ou fundamento, mas mecanismos de auto-regulação. É possível modelar o pensamento como performances verbais públicas internalizadas e impressões como relatos observacionais internalizados. Nossas disposições diferenciais confiáveis de reação são ligadas em paralelo ao nosso sistema conceitual, de modo que possamos dar respostas confiáveis, e endossar afirmações sobre o mundo, de um ponto de vista de alguém que considera ter uma mente.
(Eventualmente, há talvez algum isomorfismo aí, mas ele seria desvendado por uma metodologia científica, de tipo diferente da epistêmica-normativa do uso comum da linguagem.)
Enfim, é um texto fascinante, convincente, influente, importante, mas difícil. Para ler pelo menos duas vezes, a segunda fichando. A tradução me incomoda aqui e ali, muito dura na passagem do inglês ao português. O livro vem acompanhado de um guia de leitura do Robert Brandom que é realmente útil. show less
O homem é um usuário de conceitos, cuja unidade básica é o uso da palavra pra fazer julgamentos. O coloca no espaço das razões - o jogo de dar e pedir por razões, em meio a uma comunidade de usuários da linguagem. Mas então, e as impressões, não fundamentam nada? Não. A racionalidade não precisa de um início ou fundamento, mas mecanismos de auto-regulação. É possível modelar o pensamento como performances verbais públicas internalizadas e impressões como relatos observacionais internalizados. Nossas disposições diferenciais confiáveis de reação são ligadas em paralelo ao nosso sistema conceitual, de modo que possamos dar respostas confiáveis, e endossar afirmações sobre o mundo, de um ponto de vista de alguém que considera ter uma mente.
(Eventualmente, há talvez algum isomorfismo aí, mas ele seria desvendado por uma metodologia científica, de tipo diferente da epistêmica-normativa do uso comum da linguagem.)
Enfim, é um texto fascinante, convincente, influente, importante, mas difícil. Para ler pelo menos duas vezes, a segunda fichando. A tradução me incomoda aqui e ali, muito dura na passagem do inglês ao português. O livro vem acompanhado de um guia de leitura do Robert Brandom que é realmente útil. show less
Um artigo em quatro longas partes, bastante longo e com uma condução excêntrica, ainda mais do que se poderia esperar do autor e que se recusa a abacar, inserindo "só-mais-uma-coisa"s ao final. A discussão detalhada e técnica sobre a posição de Goodman sobre antecedentes de contrafactuais, e subsequente desdobramento (como é comum ao autor), em uma miríade de especificações e discriminações possíveis, quando chegamos finalmente à terceira parte, torna difícil saber o trajeto show more pelas posições e principalmente, como aparecem suas teses mais gerais - da ligação entre descrições e explicações. E sua diferenciação do mero etiquetar, com a colocação da consideração das consequências de aplicação (e não apenas das circunstâncias apropriadas) como momento chave na compreensão de como funciona a linguagem. Embora haja um tanto de coisas geniais, o tamanho e a dificuldade tornam o todo desbalanceado e alimentam um sentimento de perplexidade. (E então certamente pede pra ser lido mais de uma vez, mas ao mesmo tempo, o autor poderia ter eventualmente lapidado o texto...)
De toda forma, mostra como um entendimento da linguagem em termos normativos ajuda seriamente a desfazer confusões lógicas em torno do estabelecimento de contrafactuais e como nossa própria prática descritiva evoca implicitamente uma rede de comprometimentos que se explicita, envolve o uso de subjuntivos condicionais (ligado a um vocabulário alético/modal, da necessidade e possibilidade). Acaba assim tendo uma posição contra qualquer tentativa de isolar termos como puramente descritivos no sentido de não envolver redes de condições, contra os empiristas, mesmo após as técnicas de lógicas dos vários mundos. Acaba com isso abordando o que fazemos quando envolvemos noções de causa e de razões, em mais de um sentido diferente, para falar de coisas e propriedades.
Ademais no meio há algumas pérolas slogans, como essa paródia de marx "filósofos naturais até agora se preocuparam em entender "significados"; a tarefa é mudá-los". show less
De toda forma, mostra como um entendimento da linguagem em termos normativos ajuda seriamente a desfazer confusões lógicas em torno do estabelecimento de contrafactuais e como nossa própria prática descritiva evoca implicitamente uma rede de comprometimentos que se explicita, envolve o uso de subjuntivos condicionais (ligado a um vocabulário alético/modal, da necessidade e possibilidade). Acaba assim tendo uma posição contra qualquer tentativa de isolar termos como puramente descritivos no sentido de não envolver redes de condições, contra os empiristas, mesmo após as técnicas de lógicas dos vários mundos. Acaba com isso abordando o que fazemos quando envolvemos noções de causa e de razões, em mais de um sentido diferente, para falar de coisas e propriedades.
Ademais no meio há algumas pérolas slogans, como essa paródia de marx "filósofos naturais até agora se preocuparam em entender "significados"; a tarefa é mudá-los". show less
Meaning as functional classification (a perspective on the relation of syntax to semantics) by Wilfrid Sellars
Philosophical semantics is not at all my forte, and it may be that I'm totally philistining on this, but it seems deeply minor to me. Sellars's main point seems to be that meaning is not a reference relation but a copular relation, because to say e.g. "und means and in German" is to say "unds are ands in German." Fine (really, not so fine, because it presumes a theory of word–idea relation that is referential through and through, rooted in Locke); but so what? Synthese.
Occasionally confusing, this key text in the history of modern philosophy is nevertheless brilliant, and I found the arguments somewhat more convincing than Austin's Sense and Sensibilia (which treated of the same matters, and was I believe published a few years after this monograph by Sellars).
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