Picture of author.

Nelson Goodman (1906–1998)

Author of Languages of Art

33+ Works 1,308 Members 14 Reviews 2 Favorited

About the Author

Nelson Goodman's work develops themes in philosophy of science, mind, art, and language. Born in Massachusetts, he was educated at Harvard University and had an early career as an art dealer. After military service during World War II, he chose the academic life and taught at the University of show more Pennsylvania and Brandeis University before returning to Harvard in 1968. Goodman's early work grows out of logical positivism. His paradox presents a difficulty for inductive logic. It is developed by showing that an empirical statement can be expressed by more than one set of words and that its' degree of confirmation can depend on the words used to express it---not solely on its content or the supporting evidence. Scientific method thus intersects the philosophy of language. On this basis, Goodman develops a sophisticated nominalism (a view stressing the power of language to determine meaning), which remains solidly within the analytic tradition. His philosophy of language also develops themes of construction and simplicity. Goodman's later work contains an original treatment of representation. In asking how an original can be represented in perception, language, or art, he argues that there is no straightforward relation between the original and its representation. Understanding a photograph as a representation, for example, is neither simple nor intuitive. Representations, to be understood as such, must be interpreted instead within a network of more or less conventional rules. (Bowker Author Biography) show less

Includes the name: Nelson Goodman

Works by Nelson Goodman

Associated Works

Western Philosophy: An Anthology (1996) — Author, some editions — 218 copies, 1 review
Knowledge: Readings in Contemporary Epistemology (2000) — Contributor — 87 copies
The Philosophy of the Visual Arts (1992) — Contributor — 46 copies

Tagged

Common Knowledge

Members

Reviews

15 reviews
Goodman propõe sua visão irrealista, "relativismo radical sob restrições severas", em que deixamos de lado a ideia de um mundo ou uma realidade, abraçando, no que podemos saber, através de várias formulações simbólicas (denotação, expressão, exemplificação), linguísticas e não linguísticas, uma pluralidade de versões das coisas, que chama de mundos. Daí experimenta, aqui e ali, com tipologias de construção de mundo e de testes de ajuste para mundos melhores, dentre os show more válidos, e enfrenta problemas específicos, como o da expressão na arte, a pergunta sobre seu caráter ontológico, o carácter factício (construído) de fatos perceptuais, a diferença entre apreciação física de um fenômeno e a fenomenológica, e o estatuto da prática da citação.

É um ótimo livro, mas não tem a sistematicidade e construção complexa e contundente do Linguagens da Arte. Também, depende um pouco deste, e de outros, como o Fact, Fiction, Forecast, porque comenta certa coisas a partir destes, talvez assim parecendo rápido demais em certos argumentos. Ademais, que nós possamos lidar com as coisas aceitando a validade de várias abordagens e visões, certamente diz sobre o que podemos formular, mas não convence do abandono do fora; não penso que seja apenas questão de compatibilização ou não e explicitação dos sistemas e a que formas de vida eles são adequados. Se um mundo é sempre construído sob outro mundo, ainda assim as práticas de alguma forma cavam até aquela pedra que faz a pá parar.
show less
Eu achava que tinha lido o livro inteiro, mas descobri esse ano que não. Que tinha pulado do capítulo de lógica até quase o final. Porque é um capítulo trabalhoso, espinhoso. Mas tendo agora lido tudo na íntegra, posso dizer que vale muito a pena. Porque a investigação dos sistemas de simbolização, e sua ligação com as artes, passando pela teorização do que seria uma notação e quais suas características, acaba por tornar muito consistente, intrincada e perspicas a posição show more cognitivista exposta ao final, sobre a arte. É que a emoção e o entendimento caminham juntos, e as artes como as ciências buscam a curiosidade da descoberta e a experimentação no apreender. Assim, Goodman também se livra do problema da inefabilidade e de uma suposta imediaticidade maior nas artes. E de quebra, fornece alguns sintomas do estético, ataca a ênfase na ideia de valor estético, como se só devessemos dar atenção às obras primas, e atinge um bom equilíbrio entre fixação de propriedades relevantes e reavaliação das interpretações.

Fora isso a discussão sobre alográfico e autográfico, que reflete uma boa definição de aura artística e o problema da cópia e da falsificação de um objeto artístico, é muito importante. E mesmo a postulação pouco útil e refutada do que seria uma obra de música (a classe de todas as performances que tem adequação completa à uma partitura que identifica a obra), dá o que pensar.
show less
A good, interesting little book. I had read Goodman's name mentioned many times in my undergrad, but only got around to reading him three years later.

This book, along with Susan Sontag's Against Interpretation which I also read recently, have probably been two of the most useful books I've read, from the perspective of improving my ability to appreciate, recognize and think about "style" in works of art and life in general.

Ways of Worldmaking itself has a very peculiar style: while Goodman show more appears at first to be another dry analytic philosopher, his writing is punctuated by very occasional, sometimes subtle and sometimes not, jokes, puns, self-deprecations, and self-revelations--so occasional that one does not come to expect it, but only appreciates it when it happens. Reading the second chapter of this book, "The Status of Style," I couldn't help but be reminded of one of the (in my opinion) more compelling reading experiences that Heidegger or Derrida occasionally generate, which is the experience of deferral or delay. Though the conclusion is not "Derridean" or "Heideggerean" (and who would want it to be?), the repetitive motion towards and then away from inadequate definitions of "style" is reminiscent of what the reader feels as Heidegger progressively breaks down and simultaneously reveals a definition of a term that condenses a whole host of prior philosophizing into a compact statement.

The only reason I didn't give this book five stars was that I wish it was longer. The last chapter, in particular, could seriously use some expansion of the idea "rightness of fit" (under which Goodman provocatively subsumes "truth"), and also of how Goodman conceptualizes the process by which "wrong versions" (wrong statements--or wrong pictures or designs, especially) fail to worldmake.
show less
Um compilado um pouco errático de observações e comentários em cima de sua própria posição de desenvolvimentos filosóficos, terminando com uma simpática mas não muito instrutiva entrevista televisiva e incluindo uma espécie de relatório divertido das incursões de Goodman pela administração de um projeto educacional voltado às artes (o qual a alegoria da universidade de Marte é um bom achado: lá as ciências são coisas de gênio e relegadas a atividades esparsas ou show more extra-curriculares, enquanto as artes são subdivididas e estudadas em detalhe). Goodman também responde a objeções pontuais a seu irrealismo dos muitos mundos (como reforçar a ideia de que nenhum começo é nem absoluto e nem arbitrário) e procura esclarecer desentendimentos quanto à sua postura quanto à exemplificação e sua proposta de sintomas do estético, e a compatibilidade de seu nominalismo com tudo isso (é um nominalismo que restringe as entidades à indivíduos, não especificando um tipo de indivíduo requerido). Os comentários sobre a referencialidade são no estilo resumo, embora quanto à denotação ficcional sejam especialmente límpidos, com o belo exemplo baseado em Calvino sobre as inúmeras etiquetas de extensão nula. A parte sobre a noção de implementação nas artes também é instrutiva, mas no todo fico com a impressão que gosto do livro por já gostar das ideias do autor e do modo criativo e idiossincrático que ele as mobiliza. O livro, portanto, parece existir mais para fornecer um bom conjunto de textos afim de familiarizar de vez os já interessados. show less
½

Lists

Awards

You May Also Like

Associated Authors

Statistics

Works
33
Also by
4
Members
1,308
Popularity
#19,626
Rating
3.8
Reviews
14
ISBNs
72
Languages
9
Favorited
2

Charts & Graphs