Languages of Art
by Nelson Goodman
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"Like Dewey, he has revolted against the empiricist dogma and the Kantian dualisms which have compartmentalized philosophical thought. . . . Unlike Dewey, he has provided detailed incisive argumentation, and has shown just where the dogmas and dualisms break down." --Richard Rorty, The Yale ReviewTags
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Eu achava que tinha lido o livro inteiro, mas descobri esse ano que não. Que tinha pulado do capítulo de lógica até quase o final. Porque é um capítulo trabalhoso, espinhoso. Mas tendo agora lido tudo na íntegra, posso dizer que vale muito a pena. Porque a investigação dos sistemas de simbolização, e sua ligação com as artes, passando pela teorização do que seria uma notação e quais suas características, acaba por tornar muito consistente, intrincada e perspicas a posição cognitivista exposta ao final, sobre a arte. É que a emoção e o entendimento caminham juntos, e as artes como as ciências buscam a curiosidade da descoberta e a experimentação no apreender. Assim, Goodman também se livra do problema da show more inefabilidade e de uma suposta imediaticidade maior nas artes. E de quebra, fornece alguns sintomas do estético, ataca a ênfase na ideia de valor estético, como se só devessemos dar atenção às obras primas, e atinge um bom equilíbrio entre fixação de propriedades relevantes e reavaliação das interpretações.
Fora isso a discussão sobre alográfico e autográfico, que reflete uma boa definição de aura artística e o problema da cópia e da falsificação de um objeto artístico, é muito importante. E mesmo a postulação pouco útil e refutada do que seria uma obra de música (a classe de todas as performances que tem adequação completa à uma partitura que identifica a obra), dá o que pensar. show less
Fora isso a discussão sobre alográfico e autográfico, que reflete uma boa definição de aura artística e o problema da cópia e da falsificação de um objeto artístico, é muito importante. E mesmo a postulação pouco útil e refutada do que seria uma obra de música (a classe de todas as performances que tem adequação completa à uma partitura que identifica a obra), dá o que pensar. show less
Nous parlons ici de philosophie analytique "hard-core" pour les languages de l'art. Nelson Goodman y souleve des questions relatives aux copies, reproductions, originalite... Pas facile a lire mais brillant tout de meme! On est tres tres loin des gossips du monde de l'art et ce livre est avant tout (uniquement?) destine aux academiciens... En bref, interessant (ne serait-ce que pour la methode!) mais a ne pas mettre entre toutes les mains.
The Journal of Philosophy
Richard Wollheim
Article DOI: 10.2307/2024577
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/2024577
Richard Wollheim
Article DOI: 10.2307/2024577
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/2024577
Sul significato e sul senso delle arti (pittura e musica).
Jun 14, 2008Italian
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Nelson Goodman's work develops themes in philosophy of science, mind, art, and language. Born in Massachusetts, he was educated at Harvard University and had an early career as an art dealer. After military service during World War II, he chose the academic life and taught at the University of Pennsylvania and Brandeis University before returning show more to Harvard in 1968. Goodman's early work grows out of logical positivism. His paradox presents a difficulty for inductive logic. It is developed by showing that an empirical statement can be expressed by more than one set of words and that its' degree of confirmation can depend on the words used to express it---not solely on its content or the supporting evidence. Scientific method thus intersects the philosophy of language. On this basis, Goodman develops a sophisticated nominalism (a view stressing the power of language to determine meaning), which remains solidly within the analytic tradition. His philosophy of language also develops themes of construction and simplicity. Goodman's later work contains an original treatment of representation. In asking how an original can be represented in perception, language, or art, he argues that there is no straightforward relation between the original and its representation. Understanding a photograph as a representation, for example, is neither simple nor intuitive. Representations, to be understood as such, must be interpreted instead within a network of more or less conventional rules. (Bowker Author Biography) show less
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- Original title
- Languages of Art
- Original publication date
- 1968
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- 88,434
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- 4
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- (3.65)
- Languages
- 7 — Czech, English, French, German, Italian, Portuguese, Spanish
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- Paper
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- 18
- ASINs
- 2



























































