An Essay on Man: An Introduction to a Philosophy of Human Culture
by Ernst Cassirer
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Description
One of the twentieth century ?s greatest philosophers presents the results of his lifetime study of man ?s cultural achievementsAn Essay on Man is an original synthesis of contemporary knowledge, a unique interpretation of the intellectual crisis of our time, and a brilliant vindication of man ?s ability to resolve human problems by the courageous use of his mind. In a new introduction Peter E. Gordon situates the book among Cassirer ?s greater body of work, and looks at why his ?hymn to show more humanity in an inhuman age ? still resonates with readers today. ?The best-balanced and most mature expression of [Cassirer ?s] thought. ? ?Journal of Philosophy ?No reader of this book can fail to be struck by the grandeur of its program or by the sensitive humanism of the author. ? ?Ernest Nagel, The Humanist ?A rare work of philosophy and a rare work of art. ? ?Tomorrow show lessTags
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An Essay on Man: An Introduction to a Philosophy of Human Culture by Ernst Cassirer (1962)
Fundindo arte, mito, religião, língua, história e ciências num consistente organismo e sob o conceito geral de formas simbólicas, o autor incorpora formas culturais que foram pensadas para serem antípodas uma da outra, como mito e religião, p.ex. Sua teoria da arte é especialmente acentuada e iluminadora. Uma leitura obrigatória sobre um dos sistemas mais bem formulados de antropologia cultural, sem os delírios e elucubrações de outros sistemas. Cassirer pode ser um pouco mais difícil de se ler do que Karl Jaspers, mas não é nenhum bicho papão hegeliano cheio de palavras idealistas e jargão pessoal. Ele faz a pergunta que é a primeira e mais fundamental para a filosofia, como ele a vê: a questão "que vem a ser show more o Homem?" Sua conclusão dá a tônica da dialética: "Human culture taken as a whole may be described as the process of man's progressive self-liberation. Language, art, religion, science are various phases in the process. In all of them man discovers and proves a new power - the power to build up a world of his own, an "ideal"world. "A filosofia não pode desistir da busca de uma unidade fundamental neste mundo ideal. Mas ela não confunde unidade com simplicidade. Não negligencia as tensões e fricções, os fortes contrastes e os profundos conflitos entre os vários poderes do homem, que não podem ser reduzidos a um denominador comum e tendem a direções diferentes e obedecem a princípios diferentes. Estas multiplicidade e disparidade não denotam discórdia ou desarmonia. Todas estas funções completam e complementam-se uma a outra. Cada uma abre um novo horizonte e nos mostra um novo aspecto da humanidade." Eis um filósofo permeado pela fé no homem e no futuro da humanidade, num futuro ainda a ser moldado pela nossa própria e criativa energia simbolizadora. Em primeiro lugar, ele busca um ponto de partida lógico e correto, que o leve a uma interpretação natural e robusta dos fatos empíricos. O homem não vive num universo puramente físico, mas sim num universo simbólico. A linguagem, o mito, a arte e a religião são as partes desse universo, os fios que tecem a rede do sutil tecido e emaranhado simbólico da experiência humana. O homem não enfrenta diretamente a realidade, não pode vê-la, por assim dizer, cara a cara. A realidade física parece recuar na razão inversa da atividade simbólica humana. Para não lidar com tudo isso sozinho, o homem conversa, em certo sentido, constantemente consigo mesmo. Está totalmente enredado por formas linguísticas, obras de arte, símbolos míticos ou ritos religiosos que configuram o ambiente artificial através do qual ele percebe a realidade. A situação abrange os níveis teórico e prático. O homem não vive um mundo de fatos brutos ou de necessidades e desejos de conformidade imediata. Vive em meio a imaginárias emoções, esperanças e medos, ilusões e desilusões, fantasias e sonhos. Tal é a premissa da filosofia moderna, segundo a tese de Cassirer que aborda então as fontes de nosso conhecimento da natureza humana: psicologia, etnologia, antropologia e história, nossos instrumentos técnicos de observação e experimentação que se têm aperfeiçoado imensamente para que nossas análises se tornem cada vez mais nítidas e penetrantes. show less
May 17, 2016 (Edited)Portuguese
Cassirer demuestra en esta obra cómo los problemas fundamentales de la cultura revisten un interés general al relacionar a la humanidad desde el símbolo, el espacio tiempo, los hechos y los ideales, con sus creaciones.
Jan 12, 2026Spanish
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Ernst Cassirer, a German neo-Kantian philosopher, taught at several European universities before moving to the United States and teaching at Yale (1941-1944) and Columbia universities. A prolific historian of philosophy, Cassirer was influenced by Immanuel Kant and Georg Hegel but originated his own distinctive doctrine. The centerpiece of show more Cassirer's thought is his theory of symbolic forms. He construed representation, the ground of symbolic form, to be essentially symbolic, fusing perceptual materials with conceptual meanings. The human species, he taught, is essentially a symbolizing animal. He maintained that symbolic forms are manifest in different modes-languages, myth, art, science, and religion. Cassirer utilized his theory of symbolic forms in the elaboration of a flexible philosophy of culture. (Bowker Author Biography) show less
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Filozofické odkazy (Pravda). Rad B: Súčasná nemarxistická filozofia (1977, 1970. publikácia)
Anchor Books (3)
Common Knowledge
- Original publication date
- 1944
- Dedication
- To Charles W. Hendel in friendship and gratitude
- Last words
- (Click to show. Warning: May contain spoilers.)The dissonant is in harmony with itself; the contraries are not mutually exclusive, but interdependent: "harmony in contrariety, as in the case of the bow and the lyre."
- Publisher's editor*
- Cilvēks un sabiedrība
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