The Living Company
by Arie De Geus
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Description
In The Living Company, the man who introduced the revolutionary concept of the learning organization has turned his attention to identifying the critical characteristics of organizational longevity. Arie de Geus reveals the keys to managing for a long and prosperous organizational life. He draws a sharp distinction between "living companies," the purpose of which is to fulfill their potential and perpetuate themselves as ongoing communities, and "economic companies," which are in business show more solely to produce wealth for a small group of individuals. He shows clearly that living companies manage for survival; economic companies manage for profit. With nearly 40 years of experience at Royal Dutch/Shell, where he was involved firsthand with implementing the renowned scenario planning technique, de Geus describes how he came to explore and understand the special qualities of living companies. Among a wide array of important factors, long-lived companies have four essential traits in common. At a minimum, these firms are sensitive to their environment in order to learn and adapt; cohesive, with a strong sense of identity; tolerant of unconventional thinking and experimentation; and conservative in financial policy to retain the resources that allow for flexibility. show lessTags
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Management, De Geus A
SUMÁRIO:
[VII ] Prefácio (Peter M. Senge)
[XIII] Agradecimentos;
[XV ] Apresentação: - A longevidade de uma empresa; - Algumas empresas duram centenas de anos; - Definindo a empresa viva.
(.)
[001] - APRENDIZADO:
[002] - 01.01 A migração do capitalismo para a sociedade do conhecimento;
[005] - 01.02 Sucesso econômico versus aprendizado;
[007] - 01.03 Quando o sucesso é baseaod no aprendizado;
[010] - 02.01 A memória do futuro;
[014] - 02.02 Mudando para entrar em sintonia com o mundo externo;
[016] - 02.03 Teoria 1: Os gerentes são estúpidos;
[017] - 02.04 Teoria 2: Conseguimos enxergar somente quando uma crise abre nossos olhos;
[019] - 02.05 Teoria 3: Conseguimos enxergar apenas aquilo que já experimentamos;
[020] - 02.06 Teoria 4: Não show more conseguimos enxergar aquilo que é emocionalmente dificil de ver;
[022] - 02.07 Teoria 5: Conseguimosenxergar apenas aquilo que é relevante para nossa visão de futuro;
[026] - 03.01 Ferramenta para a presciência;
[029] - 03.02 Planejando a ilusão da certeza;
[032] - 03.03 A experiência da Shell na concepção de cenários futuros;
[041] - 03.04 A ponte entre os cenários e a ação;
[044] - 04.01 A tomada de decisão como atividade de aprendizado;
[046] - 04.02 A realidade da tomada de decisão;
[048] - 04.03 Aprendendo por acomodação;
[050] - 04.04 Os problemas do aprendizado convencional;
[052] - 04.05 Aprendendo a brincar e brincando para aprender;
[056] - 04.06 Montando o conjunto Lego do gerente;
[060] - 04.07 O que os computados não podeiam fazer;
[062] - 04.08 Por que não brincamos o tempo todo no mundo dos negócios.
(.)
[065] - PERSONA (IDENTIDADE):
[066] - 05.01 Somente seres vivos aprendem;
[070] - 05.02 A persona de um ser vivo;
[076] - 05.03 A escada;
[080] - 05.04 Introcepção;
[082] - 05.05 Quando persona e mundo não estão em sintonia;
[087] - 05.06 Quem veste a camisa?
[089] - 06.01 A gestão em função do lucro ou da longevidade: há escolha?
[092] - 06.02 Os limites da identidade;
[096] - 06.03 Valores comuns;
[101] - 06.04 Integrando-se ao fluxo: políticas de recrutamento;
[103] - 06.05 Desenvolvimento de pessoas;
[106] - 06.06 Avaliando o potencial humano;
[107] - 06.07 Confiança e o contrato humano;
[111] - 06.08 Público externo;
[113] - 06.09 Regras de saída;
[114] - 06.10 Quando a empresa-rio muda de curso.
(.)
[119] - ECOLOGIA:
[120] - 07.01 Congregação;
[122] - 07.02 O chapim e a garrafa de leite;
[124] - 07.03 Congregação em organizações;
[126] - 07.04 Mobilidade de trabalho;
[126] - 07.05 Propagação social;
[128] - 07.06 Inovação e o dilema da liberdade;
[131] - 08.01 A empresa tolerante;
[132] - 08.02 Descentralização e tolerância;
[137] - 08.03 A parabola da batata chilena;
[139] - 08.04 Tolerância e a ecologia das empresas;
[140] - 08.05 Contrabalançando liberdade e controle;
[142] - 08.06 A gestão da tolerância;
[148] - 09.01 O sistema imunológico corporativo;
[151] - 09.02 Aquisições e fusões;
[154] - 09.03 Parasitas;
[156] - 09.04 Simbiose corporativa.
(.)
[159] - EVOLUÇÃO:
[160] - 10.01 Conservadorismo nas finanças;
[163] - 10.02 Dinheiro como governador da evolução;
[165] - 10.03 Dinheiro como medida de sucesso corporativo;
[167] - 10.04 Dinheiro como expressão da realidade corporativa;
[168] - 10.05 Novas formas de governo na empresa viva;
[171] - 10.06 Por que não deixar as emrpesas morrerem?
[173] - 10.07 O preço da morte de uma empresa;
[176] - 11.01 Poder;
[176] - 11.02 Ninguém deveria ter demais;
[178] - 11.03 A ética do poder distribuído;
[182] - 11.04 As implementações do poder distribuído;
[183] - 11.05 Impedimentos ascendentes;
[185] - 11.06 A emrpesa viva presica de um novo governo.
(.)
[189] - CONCLUSÃO: - A empresa do futuro.
(.) show less
[VII ] Prefácio (Peter M. Senge)
[XIII] Agradecimentos;
[XV ] Apresentação: - A longevidade de uma empresa; - Algumas empresas duram centenas de anos; - Definindo a empresa viva.
(.)
[001] - APRENDIZADO:
[002] - 01.01 A migração do capitalismo para a sociedade do conhecimento;
[005] - 01.02 Sucesso econômico versus aprendizado;
[007] - 01.03 Quando o sucesso é baseaod no aprendizado;
[010] - 02.01 A memória do futuro;
[014] - 02.02 Mudando para entrar em sintonia com o mundo externo;
[016] - 02.03 Teoria 1: Os gerentes são estúpidos;
[017] - 02.04 Teoria 2: Conseguimos enxergar somente quando uma crise abre nossos olhos;
[019] - 02.05 Teoria 3: Conseguimos enxergar apenas aquilo que já experimentamos;
[020] - 02.06 Teoria 4: Não show more conseguimos enxergar aquilo que é emocionalmente dificil de ver;
[022] - 02.07 Teoria 5: Conseguimosenxergar apenas aquilo que é relevante para nossa visão de futuro;
[026] - 03.01 Ferramenta para a presciência;
[029] - 03.02 Planejando a ilusão da certeza;
[032] - 03.03 A experiência da Shell na concepção de cenários futuros;
[041] - 03.04 A ponte entre os cenários e a ação;
[044] - 04.01 A tomada de decisão como atividade de aprendizado;
[046] - 04.02 A realidade da tomada de decisão;
[048] - 04.03 Aprendendo por acomodação;
[050] - 04.04 Os problemas do aprendizado convencional;
[052] - 04.05 Aprendendo a brincar e brincando para aprender;
[056] - 04.06 Montando o conjunto Lego do gerente;
[060] - 04.07 O que os computados não podeiam fazer;
[062] - 04.08 Por que não brincamos o tempo todo no mundo dos negócios.
(.)
[065] - PERSONA (IDENTIDADE):
[066] - 05.01 Somente seres vivos aprendem;
[070] - 05.02 A persona de um ser vivo;
[076] - 05.03 A escada;
[080] - 05.04 Introcepção;
[082] - 05.05 Quando persona e mundo não estão em sintonia;
[087] - 05.06 Quem veste a camisa?
[089] - 06.01 A gestão em função do lucro ou da longevidade: há escolha?
[092] - 06.02 Os limites da identidade;
[096] - 06.03 Valores comuns;
[101] - 06.04 Integrando-se ao fluxo: políticas de recrutamento;
[103] - 06.05 Desenvolvimento de pessoas;
[106] - 06.06 Avaliando o potencial humano;
[107] - 06.07 Confiança e o contrato humano;
[111] - 06.08 Público externo;
[113] - 06.09 Regras de saída;
[114] - 06.10 Quando a empresa-rio muda de curso.
(.)
[119] - ECOLOGIA:
[120] - 07.01 Congregação;
[122] - 07.02 O chapim e a garrafa de leite;
[124] - 07.03 Congregação em organizações;
[126] - 07.04 Mobilidade de trabalho;
[126] - 07.05 Propagação social;
[128] - 07.06 Inovação e o dilema da liberdade;
[131] - 08.01 A empresa tolerante;
[132] - 08.02 Descentralização e tolerância;
[137] - 08.03 A parabola da batata chilena;
[139] - 08.04 Tolerância e a ecologia das empresas;
[140] - 08.05 Contrabalançando liberdade e controle;
[142] - 08.06 A gestão da tolerância;
[148] - 09.01 O sistema imunológico corporativo;
[151] - 09.02 Aquisições e fusões;
[154] - 09.03 Parasitas;
[156] - 09.04 Simbiose corporativa.
(.)
[159] - EVOLUÇÃO:
[160] - 10.01 Conservadorismo nas finanças;
[163] - 10.02 Dinheiro como governador da evolução;
[165] - 10.03 Dinheiro como medida de sucesso corporativo;
[167] - 10.04 Dinheiro como expressão da realidade corporativa;
[168] - 10.05 Novas formas de governo na empresa viva;
[171] - 10.06 Por que não deixar as emrpesas morrerem?
[173] - 10.07 O preço da morte de uma empresa;
[176] - 11.01 Poder;
[176] - 11.02 Ninguém deveria ter demais;
[178] - 11.03 A ética do poder distribuído;
[182] - 11.04 As implementações do poder distribuído;
[183] - 11.05 Impedimentos ascendentes;
[185] - 11.06 A emrpesa viva presica de um novo governo.
(.)
[189] - CONCLUSÃO: - A empresa do futuro.
(.) show less
Mar 11, 2013Portuguese (Brazil)
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