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Writing in the heat of struggle against the rise of fascism in Germany, France, and Spain in the 1930s, communist leader Leon Trotsky examines the class origins and character of fascist movements. Building on foundations laid by the Communist International in Lenin's time, Trotsky advances a working-class strategy to combat and defeat this malignant danger.

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A few bits were eye-opening and definitely applicable to the political climate today. Especially the part mentioning weak parties putting forth "lesser evil" candidates. Another putting forth the idea that the bourgeoisie (the 1%) will try to capture as much holdings as possible while capitalism collapses turning the middle class (the petty bourgeoisie) against the proletariat (the working class and the poor) to achieve this. More relevant passages such as: We may set it down as a historical law: fascism was able to conquer only in those countries where the conservative labor parties prevented the proletariat from utilizing the revolutionary situation and seizing power. Seems a parallel to neoliberal suppression of progressives to me. show more It was a quick read and informational. As a political pamphlet it does its job but it reads like one. I could recommend this if you like politics especially something that may have a few eerie parallels to the current situation in it. show less
Hm. Interesting read. Does make interesting points, but considering its numerous complaints about other communists, I can see why Stalin had Ramón kill him with a pickaxe.
“É certo que a social-democracia preparou, com a sua política, o florescimento do fascismo, mas é certo também que o fascismo supõe uma ameaça mortal primeiramente para a própria social-democracia” ― Leon Trotsky “Falam muito bem de nós, bolcheviques. Muitas vezes tem-se vontade de dizer: que nos elogiassem um pouco menos, e penetrassem um pouco mais na tática dos bolcheviques, estudassem-na melhor!” ― Vladimir Lenin É possível que nenhuma outra compilação de textos de Leon Trotsky esteja tão atual e pertinente à conjuntura brasileira quanto o que é apresentado em Como esmagar o fascismo. O Brasil vive um momento delicado que provoca e desafia aqueles que lutaram contra a ditadura militar e que vivem sob uma show more democracia, imperfeita como a democracia liberal sempre é, há meros 30 anos. Poucos imaginavam que voltaríamos a exclamar “fascistas!” em tão pouco tempo e com tanta intensidade. Todavia, o próprio conceito de fascismo entra em disputa na era da pós-verdade e diante da despolitização da ultra-política brasileira em que, tanto a baixa quanto a alta intelectualidade da nova direita, abusam de distorções e fake news. Quando é necessário explicar que o nazismo não era de esquerda e que, por mais que a imagem aqueça corações de militantes de esquerda todas as noites, não há ameaça comunista iminente no Brasil, também é necessário explicar o que é o fascismo. Mais que isso, é necessário desenvolver as táticas apropriadas para derrotá-lo de vez, não apenas permiti-lo hibernar. Os textos compilados neste livro apresentam várias lições e balanços que são úteis para compreender o passado, mobilizar o presente e modificar o futuro. Trotsky trata desde a definição de fascismo até a compreensão de que não há luta antifascista sem um esforço nítido de aproximação da pequena burguesia do proletariado. Este, por si só, é um enorme desafio quando o fascismo se edifica na construção de um inimigo interno, por via da moralidade conservadora, como é o caso hoje. Com uma crise econômica e política que desloca a classe média para cada vez mais longe dos anseios da classe trabalhadora e que captura trabalhadores para um projeto contraditório ao seu interesse de classe, o que fazer? Ao examinar a Alemanha sob o olhar de Trotsky vemos que a situação brasileira diante do flerte fascista não é uma jabuticaba, mas parte das táticas de dominação implementadas há décadas no intuito de desarmar e desanimar qualquer articulação de esquerda, seja reformista ou revolucionária, ou somente progressista. O contexto do crescimento do fascismo europeu não era tão diferente do nosso momento atual. Havia a relação da desconfiança da classe trabalhadora com o KPD que mobilizou milhões de operários a favor da social-democracia alemã. Essa fragilização, sob profunda crise econômica, enfraqueceu o governo Mueller e sua governabilidade. Ao mesmo tempo em que alguns se rebelaram em torno de um projeto comunista, o nazismo cresceu como a maior força política da época. O resto da história conhecemos bem, mas a perspectiva de Trotsky ainda se faz útil por apontar as falhas de organização e politização que permitiram tamanho levante fascista. As traduções aqui apresentadas, algumas delas inéditas em língua portuguesa, nos oferecem um material valioso para analisar a nossa própria conjuntura e traçar um plano estratégico contra o fascismo e de retomada da luta da classe trabalhadora. Luta que, por ser da maioria da sociedade, contempla uma variedade de sujeitos políticos que precisam se unir e se articular. É dever evitar essa repetição da história recente do Brasil e do mundo como farsa e é dever ter ousadia. Nas palavras de Trotsky, para esmagar o fascismo é necessário que a oposição compreenda que mesmo sob condições desfavoráveis, “toda corrente cresce com o aumento de suas tarefas. Compreendê-las claramente é preencher uma das mais importantes condições de vitória”. ― Sabrina Fernandes, marxista, doutora em Sociologia e professora da UnB show less
Mar 23, 2025Portuguese (Brazil)

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Leon Trotsky was born Lev Davidovich Bronshteyn on November 7, 1879 in Yanovka, Ukraine. As a teenager, he became involved in underground activities and was soon arrested, jailed and exiled to Siberia where he joined the Social Democratic Party. He escaped from exile in Siberia by using the name of a jailer called Trotsky on a false passport. show more During World War I, he lived in Switzerland, France, England, and New York City, where he edited the newspaper Novy Mir (New World). In 1917, after the overthrow of Tsar Nicholas II, he went back to Russia and joined Vladimir Lenin in the first, abortive, July Revolution of the Bolsheviks. A key organizer of the successful October Revolution, he was People's Commissar for Foreign Affairs in the Lenin regime. He was then made war commissar and in this capacity, built up the Red Army which prevailed against the White Russian forces in the civil war. Antagonism developed between him and Joseph Stalin during the Civil War of 1918-1920. When Lenin fell ill and died, Stalin became the new leader and Trotsky was thrown out of the party in 1927. Trotsky fled across Siberia to Norway, France, and finally settled in Mexico in 1936. He began working on the biography of Stalin. He was able to complete 7 of the 12 chapters before an assassin, acting on Stalin's orders, stabbed Trotsky with an ice pick. He died on August 21, 1940. The construction of the remaining five chapters was accomplished by the translator Charles Malamuth, from notes, worksheets, and fragments. (Bowker Author Biography) show less

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320.53309041Society, government, & culturePolitical scienceTypes of GovernmentPolitical ideologiesRadicalism, collectivism, fascismFascismStandard subdivisionsHistory, geographic treatment, biography
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