Enzo Collotti (1929–2021)
Author of Hitler and Nazism
About the Author
Works by Enzo Collotti
La Germania nazista: dalla repubblica di Weimar al crollo del Reich hitleriano (1962) 28 copies, 2 reviews
Il fascismo e l'Italia in guerra: Una conversazione fra storia e storiografia (Italian Edition) (1996) 5 copies, 1 review
LInternazionale operaia e socialista tra le due guerre (Annali / Fondazione Giangiacomo Feltrinelli) (1985) 3 copies
L'Occupazione nazista in Europa 2 copies
Razza e fascismo: La persecuzione contro gli Ebrei in Toscana (1938-1943) (Toscana tra passato e presente) (Italian Edition) (1999) 2 copies
La Socialdemocrazia tedesca 1 copy
Età bismarckiana e guglielmina (Estratto da Il mondo contemporaneo, vol. II, tomo 1, pp. 268-291) 1 copy
Il Nazismo, n. 2 vol. 1 copy
Associated Works
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Common Knowledge
- Birthdate
- 1929-08-15
- Date of death
- 2021-10-07
- Gender
- male
- Occupations
- historian
professor (History) - Organizations
- University of Florence
- Relationships
- Collotti Pischel, Enrica (wife)
- Nationality
- Italy
- Birthplace
- Messina, Italy
- Place of death
- Florence, Italy
- Associated Place (for map)
- Italy
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Sanzioni, obblighi, espulsioni, privazioni, fino poi all'internamento ealla deportazione: l'Italia non fu seconda a nessuno per la meticolosità e la severità delle misure imposte agli ebrei. Con una prosa netta eincisiva, Collotti ricostruisce la genesi e la natura della legislazione antiebraica dalla sua fase diavvio, alla confluenza tra razzismo coloniale eantisemita, fino ai tardivi risarcimenti da parte della Repubblica•
Una persecuzione che non conobbe tregua fino all'armistizio del show more 1943 : e che ebbe il suo culmine in una vera e propria dichiarazione di guerra da parte del fascismo della Repubblica sociale, durante l'occupazione dell'Italia da parte della Wehrmach. Senza cittadinanza, trattati alla stregua di stranieri nemici, gli ebrei furono privati di qualsiasi tutela giuridica da parte dello Stato italiano, alla totale mercé dei tedeschi.
L'astensione all'Italia della "soluzione finale" fu una conseguenza quasi automatica. Il debito contratto per i torti inflitti non è stato mai veramente pagato. show less
Una persecuzione che non conobbe tregua fino all'armistizio del show more 1943 : e che ebbe il suo culmine in una vera e propria dichiarazione di guerra da parte del fascismo della Repubblica sociale, durante l'occupazione dell'Italia da parte della Wehrmach. Senza cittadinanza, trattati alla stregua di stranieri nemici, gli ebrei furono privati di qualsiasi tutela giuridica da parte dello Stato italiano, alla totale mercé dei tedeschi.
L'astensione all'Italia della "soluzione finale" fu una conseguenza quasi automatica. Il debito contratto per i torti inflitti non è stato mai veramente pagato. show less
Esta obra contém alguns excertos muito interessantes; a dificuldade reside em detectá-los, pois a escrita maçuda e maçante do autor não nos prende a atenção por muito tempo, resultando que os nossos olhos passam por cima de teto interessante sem que o nosso cérebro disso se aperceba.
Na primeira parte o autor aborda de modo excessivamente académico a história das interpretações do fascismo, faz o inventário de tais interpretações, aqui e ali tece uma crítica, mas não avança show more com nenhuma interpretação definitiva. Portanto, não responde à questão fundamental que é saber o que é o fascismo. Deste modo, esta primeira parte, além de estar desactualizada em 2021, é desinteressante e desprezável.
Na segunda parte o autor tenta responder a essa questão. Porém, deixa duas perguntas muito importantes sem qualquer tentativa de resposta:
1 – Como e porquê chegou o fascismo ao poder em Itália?
2 – Quem eram os fascistas?
A secção que fala do nacional-socialismo, na verdade não se debruça sobre a história da subida ao poder de Hitler, nem sequer sobre a história dos doze anos em que o nazismo esteve no poder. O autor centra-se na escrita da história (historiografia) desse período, o que é um assunto que só interessa aos especialistas e não acrescente nada ao tema. Os comentários feitos atrás relativamente ao fascismo são igualmente válidos para o nazismo.
A abordagem ao fascismo em Espanha e Portugal é interessante e mostra as diferenças entre ambas as ditaduras. O Estado Novo está no limite das ditaduras que ainda podem ser consideradas fascistas. Interessante é a constatação que após a Segunda Guerra Mundial, enquanto em Espanha foi preparada a inevitável transição, Portugal, por razões coloniais, refascizou-se. Pena que a abordagem ao Estado Novo não tenha merecido por parte do autor mais do que meia dúzia de páginas. Estranhamente, o não fascismo francês que só podia ter-se revelado durante a ocupação alemã, tem relativamente ao caso português, um peso, uma dimensão e uma atenção nesta obra absurdamente desproporcional.
Essa é, a par da escrita pesada, a segunda falha desta obra – a desproporção. Como é possível que o fascismo que mais tempo esteve no poder (48 anos), seja resumido a seis páginas? Eis o peso dos diversos fascismos nesta obra, para além dos casos clássicos de Itália e da Alemanha:
Áustria (1934-1938), páginas 127 a 142, 15 páginas.
Espanha (1937-1975), páginas 144 a 159, 15 páginas.
Portugal (1926-1974), páginas 159 a 165, 6 páginas.
França (1940-1943), páginas 172 a 190, 18 páginas.
Holanda (1940-1945), páginas 190 a 194, 4 páginas.
Noruega (1940-1945), páginas 194 a 199, 4 páginas.
Eslováquia (1938-1945), páginas 199 a 202, 3 páginas.
Croácia (1941-1945), páginas 203 a 209, 6 páginas.
Hungria (1940-1945), páginas 209 a 212, 3 páginas.
Roménia (1937-1945), páginas 213 a 216, 3 páginas. show less
Na primeira parte o autor aborda de modo excessivamente académico a história das interpretações do fascismo, faz o inventário de tais interpretações, aqui e ali tece uma crítica, mas não avança show more com nenhuma interpretação definitiva. Portanto, não responde à questão fundamental que é saber o que é o fascismo. Deste modo, esta primeira parte, além de estar desactualizada em 2021, é desinteressante e desprezável.
Na segunda parte o autor tenta responder a essa questão. Porém, deixa duas perguntas muito importantes sem qualquer tentativa de resposta:
1 – Como e porquê chegou o fascismo ao poder em Itália?
2 – Quem eram os fascistas?
A secção que fala do nacional-socialismo, na verdade não se debruça sobre a história da subida ao poder de Hitler, nem sequer sobre a história dos doze anos em que o nazismo esteve no poder. O autor centra-se na escrita da história (historiografia) desse período, o que é um assunto que só interessa aos especialistas e não acrescente nada ao tema. Os comentários feitos atrás relativamente ao fascismo são igualmente válidos para o nazismo.
A abordagem ao fascismo em Espanha e Portugal é interessante e mostra as diferenças entre ambas as ditaduras. O Estado Novo está no limite das ditaduras que ainda podem ser consideradas fascistas. Interessante é a constatação que após a Segunda Guerra Mundial, enquanto em Espanha foi preparada a inevitável transição, Portugal, por razões coloniais, refascizou-se. Pena que a abordagem ao Estado Novo não tenha merecido por parte do autor mais do que meia dúzia de páginas. Estranhamente, o não fascismo francês que só podia ter-se revelado durante a ocupação alemã, tem relativamente ao caso português, um peso, uma dimensão e uma atenção nesta obra absurdamente desproporcional.
Essa é, a par da escrita pesada, a segunda falha desta obra – a desproporção. Como é possível que o fascismo que mais tempo esteve no poder (48 anos), seja resumido a seis páginas? Eis o peso dos diversos fascismos nesta obra, para além dos casos clássicos de Itália e da Alemanha:
Áustria (1934-1938), páginas 127 a 142, 15 páginas.
Espanha (1937-1975), páginas 144 a 159, 15 páginas.
Portugal (1926-1974), páginas 159 a 165, 6 páginas.
França (1940-1943), páginas 172 a 190, 18 páginas.
Holanda (1940-1945), páginas 190 a 194, 4 páginas.
Noruega (1940-1945), páginas 194 a 199, 4 páginas.
Eslováquia (1938-1945), páginas 199 a 202, 3 páginas.
Croácia (1941-1945), páginas 203 a 209, 6 páginas.
Hungria (1940-1945), páginas 209 a 212, 3 páginas.
Roménia (1937-1945), páginas 213 a 216, 3 páginas. show less
Apr 24, 2021Portuguese (Portugal)
Un'antologia di scritti sul nazismo tratti dalle opere di vari studiosi, raccolti da Enzo Collotti. Un prezioso testo che permette l'avvicinamento a fonti fondamentali del dibattito storico, rispondendo agli interrogativi sulle cause politiche, sociali ed economiche che hanno prodotto un fenomeno storico come il nazismo.
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