Manuel Alegre
Author of Cão Como Nós
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Works by Manuel Alegre
As Naus de Verde Pinho Viagem de Bartolomeu Dias contada à minha filha Joana (Portuguese Edition) (1996) 14 copies
Rafael 2 copies
A terceira rosa: romance 2 copies
Livro do Portugues errante 2 copies
30 anos de Poesia 1 copy
Um barco para taca 1 copy
Babilónia 1 copy
Nova do Achamento 1 copy
POESIA VOL.1 1 copy
POESIA VOL.2 1 copy
Praça da canção 1 copy
A Praça da Canção 1 copy
Chegar Aqui Livro 1 1 copy
Eu Quero Saber - As Artes 1 copy
Poesia 1 copy
BABILÓNIA 1 copy
O Homem do País Azul 1 copy
Um barco para Itaca 1 copy
Coisa Amar (coisas do mar) 1 copy
Com que Pena 1 copy
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Common Knowledge
- Birthdate
- 1936-05-12
- Gender
- male
- Awards and honors
- Prémio Pessoa (1999)
Camões Prize (2017) - Nationality
- Portugal
- Places of residence
- Águeda, Portugal (birth)
- Associated Place (for map)
- Águeda, Portugal
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O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua é uma novela, escrita por Manuel Alegre em 2009, que adorei ler.
Estou ainda a pensar “Como hei de falar deste livro?” Um livro tão pequeno e, ao mesmo tempo, com tantas histórias e vida lá dentro!
É um livro pequeno porque, segundo o próprio autor, estas coisas da escrita são como o jogo de escondidas que joga com os netos, em que muito se quer dar a mostrar e outro tanto se esconde e, apesar de escondido, anseia-se por se ser descoberto.
Numa show more espécie de “ziguezague” narrativo, entre os vários momentos da sua vida, o narrador/autor vai revelando e entrelaçando acontecimentos. Conta-nos do menino que pregava pregos numa tábua, mas que, afinal, é ele próprio, que engoliu os comprimidos do avô, que caçava narcejas, que se sentia nu quando o obrigavam a vestir manga curta, que contava sílabas pelos dedos, que tamborilava com os dedos todos os ritmos da vida, que decidiu continuar Os Lusíadas, que veio com a equipa de natação da Académica à inauguração da Piscina Municipal do Fundão… A par disto, vai-nos contando sobre os poetas que lê; os que conheceu, como Sophia de Mello Breyner Andresen e Miguel Torga. Narra a sua passagem pela guerra colonial, quando foi preso pela PIDE; o momento em que, devido a uma artéria bloqueada, esteve entre a vida e a morte e o único pedido que fez foi acabar o romance que andava a escrever, “o livro da vida”, “o pulsar do mundo a bater no coração de um homem, é isso a escrita”.
Estes são fragmentos da história de vida de um escritor que confessa que pouco ou nada sabe de literatura, mas “sabe da respiração da terra, que essa, sim, tem a ver com o ritmo e a respiração da escrita”.
Muitos outros excertos mereceriam destaque, mas prefiro deixar a sugestão de leitura. Deixem-se cativar, como eu me cativei, por este miúdo que pregava pregos numa tábua e surpreendam-se com esta novela, onde se respira poesia, ritmo e vida. show less
Estou ainda a pensar “Como hei de falar deste livro?” Um livro tão pequeno e, ao mesmo tempo, com tantas histórias e vida lá dentro!
É um livro pequeno porque, segundo o próprio autor, estas coisas da escrita são como o jogo de escondidas que joga com os netos, em que muito se quer dar a mostrar e outro tanto se esconde e, apesar de escondido, anseia-se por se ser descoberto.
Numa show more espécie de “ziguezague” narrativo, entre os vários momentos da sua vida, o narrador/autor vai revelando e entrelaçando acontecimentos. Conta-nos do menino que pregava pregos numa tábua, mas que, afinal, é ele próprio, que engoliu os comprimidos do avô, que caçava narcejas, que se sentia nu quando o obrigavam a vestir manga curta, que contava sílabas pelos dedos, que tamborilava com os dedos todos os ritmos da vida, que decidiu continuar Os Lusíadas, que veio com a equipa de natação da Académica à inauguração da Piscina Municipal do Fundão… A par disto, vai-nos contando sobre os poetas que lê; os que conheceu, como Sophia de Mello Breyner Andresen e Miguel Torga. Narra a sua passagem pela guerra colonial, quando foi preso pela PIDE; o momento em que, devido a uma artéria bloqueada, esteve entre a vida e a morte e o único pedido que fez foi acabar o romance que andava a escrever, “o livro da vida”, “o pulsar do mundo a bater no coração de um homem, é isso a escrita”.
Estes são fragmentos da história de vida de um escritor que confessa que pouco ou nada sabe de literatura, mas “sabe da respiração da terra, que essa, sim, tem a ver com o ritmo e a respiração da escrita”.
Muitos outros excertos mereceriam destaque, mas prefiro deixar a sugestão de leitura. Deixem-se cativar, como eu me cativei, por este miúdo que pregava pregos numa tábua e surpreendam-se com esta novela, onde se respira poesia, ritmo e vida. show less
Este livro toca a todos os que tiveram um cão que fazia parte da família.
Deixa-nos nostalgicos em relação aos cães que já partiram e faz-nos apreciar os momentos com que estão presentes.
É composto por uma escrita simples e leve mas que não deixa de nos comover.
Deixa-nos nostalgicos em relação aos cães que já partiram e faz-nos apreciar os momentos com que estão presentes.
É composto por uma escrita simples e leve mas que não deixa de nos comover.
This little novella is one of the sweetest things I've ever read. It completely captures the relationship between a dog and its owners.
Simply amazing and surprisingly touching.
Simply amazing and surprisingly touching.
Um livro que tem tanto de terno como de hilariante. E para quem como eu teve um Épagnol Breton, um livro absolutamente essencial!
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