Eduardo Viveiros de Castro
Author of Cannibal Metaphysics
About the Author
Image credit: Café Filosófico https://flickr.com/photos/28674719@N05/3345064348
Works by Eduardo Viveiros de Castro
The Inconstancy of the Indian Soul: The Encounter of Catholics and Cannibals in 16-century Brazil (2002) 55 copies
The Relative Native: Essays on Indigenous Conceptual Worlds (Hau - Special Collections in Ethnographic Theory) (2015) 35 copies
Eduardo Viveiros de Castro: Radical Dualism: 100 Notes, 100 Thoughts: Documenta Series 056 (101 Notes, 100 Thoughts / 100 Notizen -100 Gedanken) (2012) 4 copies
Politique des multiplicités - Pierre Clastres face à l'État (DEHORS) (French Edition) (2019) 2 copies
Associated Works
The Falling Sky: Words of a Yanomami Shaman (2010) — Foreword, some editions — 206 copies, 6 reviews
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Common Knowledge
- Legal name
- Viveiros de Castro, Eduardo Batalha
- Birthdate
- 1951
- Gender
- male
- Occupations
- professor
- Nationality
- Brazil
- Birthplace
- Rio de Janeiro, Brazil
- Associated Place (for map)
- Rio de Janeiro, Brazil
Members
Reviews
os dois piores livros que li em 2016 foram metafísicas canibais, de eduardo viveiros de castro, e synthethic philosophy of contemporary mathematics, de fernando zalamea. ambos falam, de um ponto de vista filosófico, sobre recentes avanços em certa área: antropologia e matemática. mas exigem do leitor um conhecimento vasto nessas especificidades, bastante acadêmico (de tipos de correntes e operações), ainda mais por justamente não se aterem a explorar de fato nenhum exemplo show more específico destas (do qual o leitor poderia obter informações e fazer inferências). enquanto metafísicas leva ao pé da letra seu prefácio, que diz tratar-se de um livro vago e excessivamente geral, como um rascunho de um livro não-escrito, synthetic parece um enorme resumo criptografado do trabalho do próprio autor, usando uma quantidade enorme de conceitos que aparecem como um encantamente mágico para aí existe novidade. de modo que, adicionalmente, mesmo tendo interesse pelos assuntos tratados, devo dizer que o de zalamea é incompreensível, com quase 400 páginas que soam exotéricas nível “hegel para desavisados”, e que levam o leitor a deslizar de palavra a outra, sem com isso obter quase nenhum sentido das frases. de castro, por outro lado, soa por vezes como um sermão professoral, em que nomes de correntes, operações e metodologias passam rapidamente, dando a impressão de que o leitor deveria estar inteirado inclusive das picuinhas universitárias entre profissionais de inclinações diversas. se são livros para leigos, o são no pior sentido: como alguém diz de um quadro a um não conhecedor de arte: não se preocupe, é muito bonito. show less
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