Rachel de Queiroz (1910–2003)
Author of O Quinze
About the Author
Image credit: Foto: Eduardo Simões
Works by Rachel de Queiroz
Aunt Julia and the Scriptwriter | Dora, Doralina | One Hundred Years of Solitude | One Day of Life (1980) 6 copies
O Quinze 5 copies
Lampião 4 copies
Elas por elas 3 copies
MELHORES CRÕNICAS 3 copies
Obras de José de Alencar 1 copy
Crônicas escolhidas 1 copy
LITERATURA BRASILEIRA 1 copy
O Não me Deixes 1 copy
Comendo a gente se entende 1 copy
A Longa Vida que Já Vivemos 1 copy
La terre de la grande soif: Le roman classique sur la grande sécheresse de 1915 au Brésil (TERRA) (2014) 1 copy
o homem e o tempo 74 crnicas escolhidas de rachel de queiroz pela siciliano 1995 Ed. 1995 (1995) 1 copy
Rachel de Queiroz 1 copy
Associated Works
Tagged
Common Knowledge
- Other names
- Queluz, Rita de
- Birthdate
- 1910-11-17
- Date of death
- 2003-11-04
- Gender
- female
- Occupations
- novelist
poet
journalist
playwright - Awards and honors
- Camões Prize (1993)
Academia Brasileira de Letras (1977 | first female member)
Prêmio Machado de Assis (1958) - Short biography
- Raquel or Rachel de Queiroz lived in Rio de Janeiro for several years during her childhood before returning to live in the Ceara region. She attended the College of the Immaculate Conception there, and after graduation worked as a newspaper journalist and composed modernist poems using the pseudonym "Rita de Queluz." She achieved fame beginning at age 20 with award-winning novels, and was particularly admired for her psychological insights into her characters and her details of social issues. She helped form the nucleus of the Communist Party in Brazil in the late 1920s and early 1930s. She was arrested for being a Communist in 1937 and some of her books were burned. Rachel de Queiroz was awarded the Oliveira Prize for her novel The Three Marias in 1939. She continued to write until 1950, when she entered a decades-long period without publishing. In 1992, she issued a family saga, Memorial de Maria Moura, which was adapted as a television miniseries. In 1977, she became the first woman named to the Brazilian Academy of Letters. Rachel de Queiroz also wrote a volume of memoirs published in 1998.
- Cause of death
- heart attack
- Nationality
- Brazil
- Birthplace
- Forteleza, Ceará, Brazil
- Place of death
- Rio de Janeiro, Brazil
- Associated Place (for map)
- Brazil
Members
Reviews
Talvez que o amor da morte seja como o amor por homem, e a gente só se satisfaça, só se console e se cure depois de possuída e extenuada.
Rachel não se considerava feminista, mas "infelizmente" temos que contrariá-la, dar à sua personagem principal que fora inspirada nas próprias recordações pessoais esse grau de independência e desprezo às convenções, ao mesmo tempo que respeita e desenvolve as relações com as amigas de forma que suas personagens femininas são tão mais show more resplandecentes do que as masculinas, miga, não tem como não te chamar de feminista. show less
Rachel não se considerava feminista, mas "infelizmente" temos que contrariá-la, dar à sua personagem principal que fora inspirada nas próprias recordações pessoais esse grau de independência e desprezo às convenções, ao mesmo tempo que respeita e desenvolve as relações com as amigas de forma que suas personagens femininas são tão mais show more resplandecentes do que as masculinas, miga, não tem como não te chamar de feminista. show less
Num clima de deliciosa conversa com o leitor, Rachel de Queiroz desfia nas crônicas aqui reunidas histórias tocantes da gente brasileira. Crianças que descobrem o mundo, adultos que lutam pela sobrevivência sem abrir mão de seus sonhos, caos curiosos que divertem e atitudes inesperadas que dão o que pensar. Rápidos flagrantes da nossa realidade na voz de uma das maiores escritoras do Brasil.
A obra se liberta da sua própria autora e vive por si. João Miguel é um homem comum. A psicologia do preso é analisada com argúcia por Rachel. A mulher o abandona. Ele se vê só diante do destino que o perturba. Zé Milagreiro, que está preso na mesma cadeia, mata o tempo a fazer ex-votos, milagres de madeira, que são encomendados por gente que deseja pagar promessas. A angústia da prisão, a tensão de João Miguel, treme nestas páginas. O trabalho reequilibra o preso. E com a show more mão assassina ele vai compondo os seus trabalhos manuais com a fibra de carnaúba. João Miguel é o romance da frustração e da espera angustiada. É um romance social, com um penetrante aprofundamento de análise psicológica. Rachel recria a vida de uma prisão numa pequena cidade do interior. Há uma mistura de fatalismo, de acaso, de injustiça social, neste romance que é o romance da solidão humana e, ao mesmo tempo, uma denúncia e um protesto. Antônio Carlos Villaça, foi jornalista e escritor, vencedor do Prêmio Machado de Assis e do Jabuti. show less
Se é verossímil, não sei. Nem sempre sou amiga do revisionismo histórico de décadas recentes, e este livro talvez se encaixe nessa tendência. Mas que me encantou, encantou. Me deu muito no que pensar.
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