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Art critic and philosopher Arthur C. Danto was born in 1924. He received a B.A. from Wayne State University in 1948 and a M.A. and a Ph.D. from Columbia University, in 1949 and 1952, respectively. He began teaching at Columbia University in 1951 and has been a professor since 1966. He has received show more many fellowships and grants including two Guggenheims, ACLS, and Fulbright, and has served as Vice-President and President of the American Philosophical Association, as well as President of the American Society for Aesthetics. His book Encounters and Reflections: Art in the Historical Present, a collection of art criticism, won the 1990 National Book Critics Circle Prize for Criticism. He is also the art critic for The Nation and an editor for the Journal of Philosophy. (Bowker Author Biography) show less
Image credit: Luca del Baldo

Works by Arthur C. Danto

After the End of Art: Contemporary Art and the Pale of History (1997) — Author — 379 copies, 1 review
What Art Is (2013) 191 copies
Nietzsche as Philosopher (1965) 156 copies, 3 reviews
Andy Warhol (2009) 119 copies, 2 reviews
Sheila Hicks: Weaving as Metaphor (2006) 93 copies, 3 reviews
Sartre (1975) — Author — 90 copies, 1 review
Narration and Knowledge (1985) 69 copies
Analytical Philosophy of History (1965) 67 copies, 2 reviews
Eric Fischl : 1970 - 2000 (2000) 37 copies
The State-Of-The-Art (1987) 36 copies
Shirin Neshat (2010) — Author — 29 copies
Eric Fischl: 1970-2007 (2008) 27 copies, 1 review
Howard Ben Tre (1999) 26 copies
Peter Fischli & David Weiss (2005) 26 copies
Analytical Philosophy of Action (1973) 21 copies, 1 review
397 Chairs (1988) 18 copies
Repicturing Abstraction (1995) 11 copies
Regarding Beauty (1999) 10 copies
States Of Humanity (1999) 7 copies
Jacob El Hanani: Drawings (2015) 6 copies
Kunstens avslutning (2006) 3 copies
The Endowed Chair (1992) 3 copies
Danto on Scully (2015) 2 copies
New York Painters (1993) 1 copy
Toots Zynsky 1 copy
The Artworld 1 copy
History Portraits (1991) 1 copy
Toots Zynsky 1 copy
On Historical Questioning — Author — 1 copy
Sanat Nedir (2015) 1 copy

Associated Works

The Unknown Masterpiece / Gambara (1831) — Introduction, some editions — 472 copies, 9 reviews
The Best American Essays 1988 (1988) — Contributor — 104 copies, 1 review
Reading Nietzsche (1988) — Contributor — 98 copies
Marina Abramović: The Artist Is Present (2010) — Contributor — 69 copies, 2 reviews
A New History of German Literature (2005) — Contributor — 56 copies
The Philosophy of the Visual Arts (1992) — Contributor — 46 copies
Philosophical issues; a contemporary introduction (1972) — Contributor — 21 copies
Encounters: Essays for Exploration and Inquiry (1999) — Contributor — 19 copies
A Companion to the Philosophy of Literature (2010) — Contributor — 18 copies
Thomas Hart Benton [1988 film] (1996) — Actor — 17 copies
Sarunas ar filozofiem (2018) — Author — 2 copies

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An art historian's job is to show the public why certain works of art made history: what made them exciting, new and worth seeing for their times. If we can come closer to understanding what excited the viewing public then, we will have far more appreciation for that art now. To my mind, nobody brings art history closer to us, to make us feel its importance both then and now, than The Nation's art critic, Arthur C. Danto. If future generations will have any sense, his Encounters and show more Reflections will be remembered the way we still remember Diderot's Salons. These are lively, knowledgeable and exciting essays about artistic masterpieces which shouldn't be relegated only to the pages of art history, but also enjoyed by the general public today. Arthur Danto's essays help us savor the delectable pleasure of art.

Claudia Moscovici, postromanticism.com
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Terminei de reler, agora em português e muito detidamente, nessa bela edição, essa obra prima da filosofia da arte. Escrito na década de 80 mas mergulhado na cena da arte pop dos Estados Unidos da década de 60-70, especialmente da pintura, o livro propõe uma ontologia da obra de arte própria, em torna da ideia de que uma obra de arte tem um assunto, colocado de modo representacional e sob um certo estilo, convidando-nos à prática da interpretação, a partir de um contexto show more artístico. As obras se colocam num mundo da arte, e portanto, são objetos intencionais (que incorporam seu conteúdo) que por tal, saiem do nossa realidade cotidiana, separam-se da maneira como trataríamos objetos cotidianos.

Aqui Danto avança seu famoso método dos indiscerníveis e procura dar alcance máximo à seu representacionalismo. A condução do livro é muito interessante, supostamente baseada em Diderot (Jacques, o fatalista) e inspirada por diálogos platônicos. É divertida de ler, com uma camada que não exige tanto do leitor desavisado/artista, ao mesmo tempo que numa leitura detida apresenta ideias intrincadas e passagens complexas. Geralmente propõe uma situação imaginária, com elementos reais ou puramente de experimento mental, e assim traz à luz um problema quanto à natureza da arte, que discute e argumenta em torno, para avançar algum ponto ou arquitetar um recúo estratégico a fim de avançar mais em seguida. Assim, no fluxo da leitura, com os exemplos especialmente preparados, resgates históricos (também de filosofia: Poética e Retórica de Aristóteles, Íon de Platão, O nascimento da tragédia, de Nietzsche etc), é bastante convincente, e independentemente das suas pretensões universais, certamente nos ilumina sobre a arte contemporânea e o impulso artístico em geral, especialmente quando pensamos nos desdobramentos do seu exemplo predileto: aquele de dois objetos perceptivamente idênticos, um dos quais é arte e o outro não.

Também é interessante como o livro dialoga com o Linguagens da Arte, do Nelson Goodman, que também recomendo muito, embora mais explicitamente técnico.
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Um bom livro sobre filosofia da história, isto é, problemas filosóficos que aparecem quando estamos lidando com a disciplina da história, de um bom capítulo mostrando a insuficiência tanto das correntes marxistas mostrarem a superioridade do social sobre o individual e daquelas individualistas (como a de popper) de mostrar o contrário. Ademais, trabalha com paciência e perseverança sobre a possibilidade de termos conhecimento sobre o passado, a necessidade de levarmos a sério a show more temporalidade do futuro (e, portanto, sua abertura, contra o determinismo), o trabalho do historiador como estabelecendo narrativas (explicando a mudança entre dois eventos passados, a partir dos fatos estabelecidos no presente), a significação histórica portanto surgindo dessa mirada, de modo que o passado mesmo não possa ser conhecido em sua totalidade (dado que sua significação fica sempre reaberta a reavaliações futuras, narrativas que se tornarão significativas ou insignificantes). show less
O estilo já é Dantesco, com o perdão do trocadilho, mas mais sisudo que seus trabalhos em filosofia da arte e crítica, pela tentativa de fornecer fórmulas adequadas à caracterização do que seria uma ação ou de problemas em torno da construção, passo a passo, capítulo a capítulo, de uma noção geral da ação. No meu entendimento (talvez muito grosseiro), não amplia muito uma perspectiva kantiana em seu combate contra e a partir de Hume - existe liberdade mesmo que sob outra show more descrição as ações sejam causadas de outra forma; as intenções sobre a perspectiva adequada devem ser tomadas como causas genuínas; existe uma área em que causação e justificação se confundem, mas é delimitada e possui exigências diferentes para cada. Danto também estabelece a necessidade de ações básicas - que devem, dentro de cada contexto serem consideradas como simples e evitam remissões infinitas à causas ou intenções (de modo sagaz elas não são prefixadas - dependem da descrição adequada à situação). De resto, a ideia é estabelecer uma ampla analogia entre ação e conhecimento e perseguir os pontos de maior aproximação e distanciamento. Meu exemplo de indiscerniveis predileto: o par aristofânico em que um braço de um e outro de outro são controlados pela mente do parceiro. show less

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