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Manuel Bandeira (1886–1968)

Author of Estrela da vida inteira (Portuguese Edition)

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About the Author

Born in Recife, Brazil, in 1886, Manuel Bandeira was raised in Rio de Janeiro and Ceara. He began to write poetry at an early age. In 1917 he selected some of his poems and published them under the title A Cinza das horas, which became an instant success. From that point he dedicated his life to show more the poetic art and published a sizable amount of verse. show less

Includes the names: M Bandeira, Manuel Bandeira

Works by Manuel Bandeira

Estrela da vida inteira (Portuguese Edition) (1986) 163 copies, 3 reviews
Antologia Poética (1986) 108 copies, 1 review
Libertinagem e Estrela da Manhã (1930) 99 copies, 2 reviews
Para Querer Bem (Em Portuguese do Brasil) (2005) 64 copies, 1 review
Na Rua do Sabão (Em Portuguese do Brasil) (2002) 58 copies, 2 reviews
50 POEMAS ESCOLHIDOS PELO AUTOR (2006) 56 copies, 2 reviews
Meus Poemas Preferidos (1997) 42 copies
Itinerário de Pasárgada (1984) 31 copies, 4 reviews
Poesia completa e prosa (2009) 19 copies
Guia de Ouro Preto (1989) 17 copies
Vou-Me Embora Pra Pasargada (1986) 13 copies
Selected Poems (2002) 9 copies
Seleta em prosa e verso (2007) 8 copies
Andorinha, Andorinha (1986) 8 copies
Carnaval (2014) 7 copies
Poemas 6 copies
OS SINOS (2012) 4 copies
Alumbramentos 2 copies
Manuel Bandeira: - Poesia (1983) 2 copies
BERIMBAU 2 copies
Ritmo Dissoluto, O (2014) 2 copies
Lira dos cinquent'anos (2013) 2 copies
SINOS, OS 1 copy
Pra brincar 1 copy
Os sinos 145 1 copy
Gedichten 1 copy
Poèmes 1 copy

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Common Knowledge

Legal name
Bandeira Filho, Manuel Carneiro de Sousa
Birthdate
1886-04-19
Date of death
1968-10-13
Gender
male
Nationality
Brazil
Associated Place (for map)
Brazil

Members

Reviews

29 reviews
Poética

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente
protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.
Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o
cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas

Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de excepção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis

Estou farto do lirismo
show more namorador
Político
Raquítico
Sifilítico
De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora
de si mesmo
De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário
do amante exemplar com cem modelos de cartas
e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.

Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare

– Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.
show less
Poética

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.
Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas

Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de excepção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis

Estou farto do lirismo show more namorador
Político
Raquítico
Sifilítico
De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora
de si mesmo
De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.

Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare

- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.
show less
Numa obra que não ultrapassa 350 poemas, os cinquenta são a suma de Bandeira. Do ácido "Os sapos" à tranquila "Consoada", estão presentes os temas dominantes em sua poética: a poesia sobre a poesia, o erotismo, o Recife da infância e a religiosidade.
½
O livro reúne 29 poemas, dentre eles, “Porquinho-da-índia”, “Andorinha”, “Na rua do Sabão”, “Trem de ferro”, “O anel de vidro”, “A estrela”, “Madrigal tão engraçadinho” e “Os sapos”. Bandeira criou muitos poemas que evocam a infância, as brincadeiras de rua, os acalantos e as situações divertidas do cotidiano, diz Elias José, responsável pela seleção. De maneira simples e gostosa, os poemas entretêm, divertem e aguçam a imaginação. Além de show more mexerem com os sentimentos e as emoções, levam o leitor a embarcar na fantasia, plena de liberdade, ternura e graça. Meu bem:/ Caí na Lapa – um deserto…/ Pará, capital Belém! show less

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