Oswald de Andrade (1890–1954)
Author of Memórias sentimentais de João Miramar
About the Author
Series
Works by Oswald de Andrade
The Cannibal Manifesto 3 copies
Os Condenados - primeira ed. 2 copies
O Homem do Povo — Author — 2 copies
Manifeste: »Anthropophages Manifest« / Manifesto antropófago »Manifest der Pau-Brasil-Dichtung« / Manifesto da poesia pau-brasil (2016) 2 copies
Literatura Comentada 1 copy
a revolução melancólica 1 copy
obras completas 1 copy
Ouvindo Oswald 1 copy
Associated Works
The Serpent and the Fire: Poetries of the Americas from Origins to Present (2024) — Contributor — 16 copies
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Common Knowledge
- Canonical name
- Andrade, Oswald de
- Birthdate
- 1890-01-11
- Date of death
- 1954-10-22
- Gender
- male
- Occupations
- poet
- Nationality
- Brazil
- Places of residence
- São Paulo, São Paulo, Brazil
- Associated Place (for map)
- São Paulo, Brazil
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Reviews
Marco do modernismo, o romance de Oswald de Andrade não envelheceu uma vírgula e continua sendo objeto de culto entre leitores e escritores contemporâneos.
Desde sua publicação, em 1924, Memórias sentimentais de João Miramar vem sendo saudado como um dos textos mais instigantes da prosa brasileira. Construído a partir de 163 fragmentos de gêneros diversos, o romance de Oswald de Andrade é um dos abre-alas do modernismo e um precursor das poéticas contemporâneas.
O romance retraça show more a vida de João Miramar, uma espécie de caricatura do homem das classes mais favorecidas - herdeiro da cultura do café, fascinado pelas coisas estrangeiras, distante do cotidiano brasileiro. É uma sátira, selvagem e por vezes melancólica, do veio memorialista da literatura brasileira, em que os filhos das famílias mais abastadas reescrevem sua própria trajetória. show less
Desde sua publicação, em 1924, Memórias sentimentais de João Miramar vem sendo saudado como um dos textos mais instigantes da prosa brasileira. Construído a partir de 163 fragmentos de gêneros diversos, o romance de Oswald de Andrade é um dos abre-alas do modernismo e um precursor das poéticas contemporâneas.
O romance retraça show more a vida de João Miramar, uma espécie de caricatura do homem das classes mais favorecidas - herdeiro da cultura do café, fascinado pelas coisas estrangeiras, distante do cotidiano brasileiro. É uma sátira, selvagem e por vezes melancólica, do veio memorialista da literatura brasileira, em que os filhos das famílias mais abastadas reescrevem sua própria trajetória. show less
Poesia revolucionária, tanto no sentido estético como no fato de Oswald ser um voraz representante da esquerda, esta edição é aparentemente é a mais completa a divulgar sua lírica e que aqui é belamente cortejada por um estupendo texto de Haroldo de Campos que faz exalar ainda mais a perspícácia oswaldiana.
Se você, assim como eu, acha Serafim Ponte Grande e João Miramar os ápices do movimento modernista no Brasil, certamente Alma, essa novelinha do Oswald, irá te decepcionar.
Li para ver a adaptação do Zelito Viana dos anos 70 e digamos que é um livro mediano (assim como o filme), bem domesticado se comparado à sua linguagem anárquica que o tornou famoso. É o primeiro livro da trilogia Os condenados, como são três novelinhas curtinhas de 100 páginas cada, ainda estou pensando se show more vou lê-la na íntegra. show less
Li para ver a adaptação do Zelito Viana dos anos 70 e digamos que é um livro mediano (assim como o filme), bem domesticado se comparado à sua linguagem anárquica que o tornou famoso. É o primeiro livro da trilogia Os condenados, como são três novelinhas curtinhas de 100 páginas cada, ainda estou pensando se show more vou lê-la na íntegra. show less
História do Brasil revisitada.
Melhor conhecido pela ótima paródia da Carta de Pero Vaz de Caminha:
As meninas da gare
Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis
Com cabelos mui pretos pelas espáduas
E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas
Que de nós as muito bem olharmos
Não tínhamos nenhuma vergonha
Melhor conhecido pela ótima paródia da Carta de Pero Vaz de Caminha:
As meninas da gare
Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis
Com cabelos mui pretos pelas espáduas
E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas
Que de nós as muito bem olharmos
Não tínhamos nenhuma vergonha
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