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Angela Y. Davis

Author of Women, Race, and Class

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About the Author

Disambiguation Notice:

Please do not combine Angela Davis and Angela Y. Davis. There are different authors with the name Angela Davis.

Works by Angela Y. Davis

Women, Race, and Class (1981) 2,762 copies, 24 reviews
Are Prisons Obsolete? (2003) 1,511 copies, 29 reviews
Angela Davis: An Autobiography (1974) 1,084 copies, 12 reviews
If They Come in the Morning: Voices of Resistance (1971) — Editor — 551 copies, 1 review
Women, Culture, and Politics (1984) 482 copies, 3 reviews
Abolition. Feminism. Now. (2021) 344 copies
The Angela Y. Davis Reader (1998) 111 copies
Lectures on Liberation (1971) 11 copies
Angela Davis Speaks! (2012) 11 copies
Abolition 1 copy

Associated Works

Assata: An Autobiography (1987) — Foreword, some editions — 1,731 copies, 22 reviews
When They Call You a Terrorist: A Black Lives Matter Memoir (2018) — Foreword, some editions — 1,205 copies, 42 reviews
Four Hundred Souls: A Community History of African America, 1619-2019 (2021) — Contributor — 1,165 copies, 25 reviews
I, Tituba, Black Witch of Salem (1992) — Foreword, some editions — 1,102 copies, 18 reviews
From #BlackLivesMatter to Black Liberation (2016) — Foreword, some editions — 572 copies, 5 reviews
To Be Real: Telling the Truth and Changing the Face of Feminism (1995) — Afterword, some editions — 339 copies
Words of Fire: An Anthology of African-American Feminist Thought (1995) — Contributor — 265 copies, 1 review
Invisible No More: Police Violence Against Black Women and Women of Color (2017) — Introduction — 223 copies, 17 reviews
Futures of Black Radicalism (2017) — Contributor — 124 copies, 1 review
War No More: Three Centuries of American Antiwar and Peace Writing (2016) — Contributor — 109 copies, 2 reviews
Critical Race Feminism: A Reader (1997) — Foreword, some editions — 100 copies
Tenderheaded: A Comb-Bending Collection of Hair Stories (2001) — Contributor — 98 copies, 2 reviews
The Portable Feminist Reader (2025) — Contributor — 97 copies
Imagine: Living in a Socialist USA (2014) — Contributor — 81 copies, 1 review
Policing the National Body: Sex, Race, and Criminalization (2002) — Afterword, some editions — 57 copies
Women: A World Report (1985) — Contributor — 31 copies
Schwarzer Feminismus: Grundlagentexte (2019) — Contributor — 13 copies
Toni Morrison: The Pieces I Am [2019 film] (2019) — Self — 13 copies

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I’ve learnt a hella lot about feminism, racism and classism and their connections. Coming from Silvia Federici, I already knew some of it beforehand, but getting deeper into the happenings pre- and post-Civil War and the political intricacies was eye-opening.

I could draw a lot of parallels between the lynching of Black people and the silence around it and the situation in Palestine/Gaza today. Divide and rule presents itself again as an important tool of exploitative capitalism. Though show more slavery was abolished, reaping the work of Black people was still in charge, and they (as well as white lower working classes) were discriminated against. Again the question protrudes: is law really always fair? (“A South Carolina court ruled that female slaves had no legal claims whatever on their children”, p.5).

The irony of creating a fragile woman in the form of a housewife and the toiling of Black women on slave fields is real. I guess, shape the world the way it suits you… (“Women were not too ‘feminine’ to work in coal mines, in iron foundries or to be lumberjacks and ditchdiggers”, p.7).

The power of women which they possessed in pre-capitalist times (“women had been manufacturers, producing fabric, clothing, candles, soap and practically all the other family necessities”, p.28) was taken away in the course of capitalism, and they were made dependent on men, legally and financially.

Learning about the brave women and men who opposed racism, sexism and classism was important. Claiming Black people were “savages” when the real savages were white violent men who raped and killed Black people all along since slavery is a grotesque reversal of victim and perpetrator roles.
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Freedom is a Constant Struggle: Ferguson, Palestine, and the Foundations of a Movement by Angela Y. Davis is a powerful reminder to anyone who cares about society that we are all interconnected no matter how some people wish we weren't. The interview with Davis in the beginning of the book was interesting and thought provoking. The speeches that make up the rest of the book inspired me to keep looking forward in the fight for justice, equality, and true liberation around the world while show more never forgetting the history that brought us to this point. Davis consistently demonstrates how the struggle for freedom is ongoing but worth the effort. Freedom is a Constant Struggle reminded me that history books might be written by the victor but history is what actually happened not what's in the books and that history has consequences as do the actions we choose every day. show less
this is the perfect primer for beginning thought on prison abolition--a thorough yet concise introduction to the foundation of prison systems all the way through the current (as of 2001 but incredibly prescient & still extremely relevant) problems & influence of the US prison industrial complex. even as someone who has read a lot about abolitionist ideas & the PIC, there were a few moments that I'm going to be thinking about for weeks--davis's section on the history of women's show more "incarceration" in the domestic sphere alongside discussions of the idea of personal "freedom" & its impact on imprisonment for marginalized/oppressed populations were so thought provoking to me, plus the moment where Davis uses Marx to explain the introduction of the prison "sentence." i love u angela davis!!!!!!!!!!! show less
Esse livro parece contar a história dos EUA, sobretudo nas décadas imediatamente posteriores à Guerra da Secessão, mas ele é escrito de tal forma que não só supera o regionalismo norte-americano transformando-o num conteúdo universal, como bem apresenta um conteúdo atemporal, mostrando que o racismo de cento e cinquenta anos atrás ainda circula em nossas veias. Livro fundamental para entender o feminismo interseccional, ele é dividido da seguinte forma:
No primeiro capítulo Davis show more já nos dá um socão na cara explicando que mesmo dentro de um sistema de opressão de classe e raça tão brutal quanto o escravagista a questão de gênero punha em pé de igualdade escravos homens e mulheres na questão de gênero e justamente pelas mulheres negras serem tão fortes dentro de sua condição os senhores brancos aplicavam-nas um castigo para tentar ceifá-las de sua força: o estupro.
No segundo capítulo a autora nos mostra o quanto o movimento antiescravagista é inerente ao nascimento do movimento feminista nos EUA, mesmo as mulheres brancas burguesas se identificavam com as penúrias dos escravos por se verem tolhidas de sua liberdade dentro do próprio casamento, isso as levou à um engajamento ao lado das brancas proletárias e as negras já libertas no norte para a abolição da escravatura.
No terceiro capítulo Davis menciona o racismo dentro do próprio movimento anti-escravocrata, de pessoas brancas que gostaria de dar liberdade aos negros, mas que não gostaria de vê-los em suas instituições sociais, incluindo também as mulheres em convenções pelo sufrágio universal.
No quarto capítulo a autora comenta a cisão que ocorreu entre as sufragistas e os abolicionistas pelo direito ao voto, com o racismo semeado entre as sufragistas brancas por não tolerarem que os homens negros obtivessem o direito ao voto antes delas, embora fosse mais urgente pela violência extrema em que os negros eram tratados, as sufragistas acabaram sendo manipuladas por políticos racistas a ficarem contra o sufrágio negro.
No quinto capítulo Angela discorre sobre como na pós-escravidão as mulheres negras só conseguiam empregos como domésticas e ainda sendo vitimizadas sexualmente pelo branco da casa em função disso, perpetuando um estereótipo ainda entronizado dos tempos escravocratas.
No sexto capítulo finalmente vemos um acordo tácito entre mulheres brancas e negras: suas lutas pela educação do povo negro, nesse primeiro laivo de sororidade racial, muitas mulheres se uniram com o apoio do Estado pelo menos até 1876) para ensinar e construir escolas com o objetivo da educação do povo negro, fundando aí as primeiras escolas públicas nos EUA.
O sétimo capítulo traz como a supremacia branca e eugenismo transformaram o movimento sufragista em apologia à raça branca, em que as mulheres brancas seriam as salvadoras da raça e por isso elas deveriam ter privilégios acima dos negros e indígenas. Esse capítulo me fez lembrar muito de como se estruturou o cinema de D.W. Grifith que era justamente dessa geração eugenista, nós podemos encontrar tudo que Angela discutiu aqui na foram que ele dava ao seu cinema.
No oitavo capítulo é reconstruído o caminho que levou às primeiras associações de feminismo negro nos EUA e explicita a importância de Ida Wells e Mary Terrell na construção dela luta.
O oitavo capítulo nos faz odiar ainda mais o feminismo branco, diz como as sufragistas brancas negaram associação ao feminismo negro até as vésperas de conseguirem o sufrágio universal e quando conseguido fazia-se de tudo para que as mulheres negras não pudessem votar, desde intervenção da Ku Klux Klan até destruição de cédulas.
No capítulo dez Angela traz que o feminismo intersecional nasceu no sei dos partidos socialista e posteriormente comunista, sobretudo com ativistas proletárias bem distantes das burguesas do feminismo branco que até então dominavam o movimento sufragista, os maiores nomes das comunistas intersecionais pioneiras são: Lucy Parsons, Mother Bloor, Anita Whitney, Elizabeth Gurley Flynn e Claudia Jones.
O capítulo onze delineia a origem do mito do estuprador negro, muito difundido pós-guerra da secessão para justificar os linchamentos recorrentes contra o povo negro, a partir daí também surgiu o mito das mulheres negras promíscuas, para justificar os brancos estuprando as mulheres negras. Angrela faz um apanhado geral das feministas brancas até os anos 70 do século XX que ainda perpetuam o racismo estrutural para com minorias étnicas.
O capítulo doze diz respeito à legalização do aborto e as esterilizações eugênicas das minorias étnicas ocorridas até os anos 70 com o aval do governo nos EUA.
No décimo terceiro e derradeiro capítulo Angela traz a questão da servidão doméstica das mulheres, não apenas pregando uma socialização dos trabalhos de casa e criação dos filhos, como bem clamando uma eliminação das tarefas através de uma industrialização do serviço doméstico amparada por eletrodomésticos que quase a extinguem.
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