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Les Liaisons Dangereuses (1782)

by Pierre Choderlos de Laclos

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The complex moral ambiguities of seduction and revenge make Les Liaisons dangereuses (1782) one of the most scandalous and controversial novels in European literature. The subject of major film and stage adaptations, the novel's prime movers, the Vicomte de Valmont and the Marquise de Merteuil, form an unholy alliance and turn seduction into a game - a game which they must win.This new translation gives Laclos a modern voice, and readers will be able a judge whether the novel is as `diabolical' and `infamous' as its critics have claimed, or whether it has much to tell us about the kind of world we ourselves live in. David Coward's introduction explodes myths about Laclos's own life and puts the book in its literary and cultural context.… (more)
  1. 20
    Cousin Bette by Honoré de Balzac (kristelako)
  2. 10
    The Mandrake Root by Niccolò Machiavelli (timoroso)
  3. 11
    Le Vicomte de Valmont; les Liaisons dangereuses (1) by Chiho Saito (octopedingenue)
    octopedingenue: manga adaptation of the book
  4. 00
    Quartett by Heiner Müller (JuliaMaria)
    JuliaMaria: "Quartett": Ein Schauspiel nach Choderlos de Laclos' Gefährliche Liebschaften bearbeitet
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Las amistades peligrosas
Pierre Ambroise Choderlos de Laclos
Publicado: 1782 | 525 páginas
Novela Erótico Romántico

Las amistades peligrosas (a veces traducidas con mayor propiedad por Las relaciones peligrosas) es una famosa novela epistolar, escrita por Pierre Choderlos de Laclos, que narra el duelo perverso y libertino de dos miembros de la nobleza francesa a finales del siglo XVIII. Fue publicada por primera vez en 1782.La Marquesa de Merteuil y el Vizconde de Valmont, que en otro tiempo llegaron a ser amantes, se aprovechan del mejor modo que pueden de la sociedad puritana y privilegiada en la que viven. Estos dos personajes depravados no dejan de enviarse cartas a lo largo de toda la historia que se narra en el libro en las que se cuentan sus hazañas, que constituyen la trama de la historia. Sin embargo, a pesar de ser rivales, no están en igualdad. El vizconde de Valmont, por su condición de hombre, puede hacer alarde de su condición de libertino y gozar incluso por ello de una cierta reputación. Las cartas que dirige a la marquesa de Merteuil solo son el relato de sus aventuras.Pero no sucede lo mismo con esta. Aunque rival del vizconde en cuanto a aventuras de alcoba, la marquesa de Merteuil, además, está obligada a disimular. Su rango social (es marquesa), matrimonial (es viuda) y su sexo (es mujer en un mundo dominado por los hombres) obliga a que se comporte con doblez y la fuerza al maquiavelismo. Es cierto que el vizconde también usa estas armas, pero es para seducir primero y luego hacer que se pierdan, al haber sido deshonradas, las mujeres que conquista. Solo sigue su inclinación natural, que lo único que transgrede es la moral de su época.Para igualarse con él, la marquesa de Merteuil debe además, conseguir zafarse del papel social que se le asigna.
  libreriarofer | Apr 24, 2024 |
Got half-way through this book and DNF. It was very tedious to me and I had to force myself to read it. I have too many other books to try. So.... ( )
  bumblesby | Oct 7, 2023 |
— Por enquanto, para ser breve, basta parafrasear o posfácio do Carlos Drummond ao traduzir o Laclos: "E como escrevia bem esse danado…".

— A sequência narrativa final, a sucessão de cartas, bilhetes, cenas e imagens, é acelerada e impactante, ao ponto de fazer o leitor devorar todas as correspondências com avidez, buscando aquele nome, aquele remetente específico, aquela voz tão próxima e agora tão diversa.

Ao fechar o livro, a única reclamação que tenho é que tão imerso fiquei na história que queria mais cartas do Visconde e da Marquesa, estes foram tão estilisticamente superiores, moralmente amórficos, narrativamente instigantes, que em certas partes tornavam todas as outras cartas (e personagens) menos palatáveis. Mas, mesmo isso, na sequência final, é corrigido pelo Laclos, onde a situação em que se encontram todos nossos atores, faz com que todas as cartas, de todas personagens, tornem-se igualmente importantes, e um pequeno bilhete, ou o devolvimento de uma carta meramente riscada, tornem-se impactativas e grandiosas.

Uma em específico me pegou bastante, para não entrar muito em detalhes aqui, é uma carta fruto de um delírio, destinada à ninguém em específico, mas, ao mesmo tempo a todos; onde uma confissão reveladora é suprimida não por medo da repreensão, mas por medo de uma possibilidade de perdão.

Literatura finíssima, da mais alta qualidade. Provavelmente o melhor que lerei no ano.

Anotações Anteriores:

— Fim da Parte Terceira

— Esse livro realçou e sublinhou algo que em mim já ia consolidando-se: quando se trata da arte literária, o tema é uma unha, uma cutícula, uma epiderme. Não há temas superiores, não há necessidade de temas grandiosos ou grandiloquentes, basta um bom estilo e uma boa forma.

Se eu, delegando a leitura, buscasse por uma sinopse, resumo ou recomendação desse livro aqui, dado sua temática, que me interessa minimamente, eu passaria reto pela prateleira sem nem olhar para os lados; se acrescentassem que além do jogo de sedução, tratasse também de corrupção, ambiguidade, hipocrisia moral e social, eu viraria a cabeça para vê-lo, mas, ainda sim manteria a distância; e perderia um livro ímpar. Depender somente do interesse é um erro.

É lendo-o — não diga… — que ele se sobressaí, é no estilo meticulosamente cravejado do Laclos, moldando-se e adequado-se a cada voz, a cada carta, a cada sentimento que se sobressaí, a cada olhar frio e ação manipuladora. Um criado, por exemplo, que além de uma breve citação na primeira ou segunda parte, passa-se por totalmente trivial, quando o Laclos mostra uma primeira carta sua, no entanto, o homem adquire uma voz singular e uma personalidade vívida, sem exposição ou descrição, numa resposta de trabalho formal!; revela astúcia, revela subordinação, mas não submissão, revela — ao recusar a ordem de se infiltrar na criadagem de uma Presidenta — esnobismo para com outros criados da noblesse de robe (nobreza adquirida), serviçais de hierarquia inferior e uniforme específico, que ele recusa em ultimato a vestir; é quase um indicativo claro, quando permanece mesmo que ligeiramente na mão do Laclos, a persoagem adquire se não potência, camadas.

E nisso me refiro a só uma carta, de uma personagem, digamos que, menos que secundário. Não há nem como entrar, com brevidade, no Visconde e na Marquesa, que nesse ponto, você já começa a pegar não só a dicção, mas o caráter enganoso da linguagem libertina que ambos utilizam, irônica, dissimuladora; ou, quando trocam de voz intencionalmente, a fim de enganar e manipular; ou quando tornam-se grandiosos, heroicos, mitológicos, e religiosamente eloquentes para narrar suas conquistas, contrapondo, no caso do Visconde, um ato vil com uma linguagem fina; ou ainda, estratégicos, maquiavélicos, racionalistas, engenhosos e meticulosos, para narrar seus planos e inclinações.

- Queria entrar em detalhe de uma cena específica dessa parte três, um abuso, que feita uma leitura enviesada, não levando as nuances em consideração, pode ser bastante problemática. Mas, já divaguei demais e deixo aqui marcado para expandir essa questão quando for escrever a resenha em si.

— Fim da parte dois; duzentas páginas adentro.

— É como se O Príncipe de Maquiável se encontrasse com A Arte da Guerra do Sun Tzu, só que pautando, em vez da guerra, as relações amorosas e desejosas da burguesia francesa. A história de corrupção, dissimulação, sedução, narrada em epístolas, a primeira vista, não me atraiu nenhum pouco. No entanto, a condução do Laclos, sua maneira de encadear e construir cenas, remontá-las, recriá-las, tudo a partir de diminutas cartas em primeira pessoa (com algumas ligeiras intromissões do Laclos-Editor); e a sua escrita carregada, mas elegante, cheia de minúcias, tornam a leitura muito prazerosa, apesar de certa repetição.

— Sinceramente, não fosse pelo estilo do Laclos, eu não passaria das primeiras vinte páginas, ou das primeiras cartas excessivamente românticas e blasés dos adolescentes ingênuos que tornam-se joguetes nas mãos dos personagens principais. No entanto, a escrita é tão boa, que me deixo conduzir pelo autor, e seja lá o que venha adiante e para onde ele levará o enredo, sei que dificilmente vai ser ruim. Ele sabe o que está fazendo, isso fica claro.

— As duas cenas mais memoráveis dessa primeira parte, são, a primeira, uma carta afetada e cheia de duplo-sentido, onde o Laclos monta uma cena aos pedaços para que o leitor reconstrua, a partir de correspondências anteriores, todo um cenário e situação específica em que essa carta foi escrita: uma personagem que declara seu amor à uma outra mulher enquanto utiliza as nádegas de uma prostituta como “mesa” para grafia.

A segunda, é quando uma personagem recebe uma carta, e temos toda a descrição do espanto, vergonha, raiva, e outras emoções sentidas ao lê-la. Temos também, a descrição do observador que também é o correspondente; e em seguida, lemos a mesma carta, isolada, vemos seu conteúdo, e remontamos a imagem mental, remontamos perfeitamente a cena através do seu conteúdo, numa união de forma e estilo potencialmente fortíssima, que você só pega quando em fluxo com o livro.
( )
  RolandoSMedeiros | Aug 1, 2023 |
3.5* for this full cast performance of the play based on an abridged edition of the French classic epistolary novel. Now I need to read the original book!! ( )
  leslie.98 | Jun 27, 2023 |
PRATELEIRA EUNICE LIVRO 109
A magia que eterniza uma obra como 'Ligações perigosas' (1782), de Pierre-Ambroise-François Choderlos de Laclos (1741-1803), está em sua atualidade através dos tempos, em sua universalidade e em sua capacidade de postular com antecipação conceitos apenas muito mais tarde consagrados, nesse caso, as ideias de Freud. Um aspecto das qualidades de escritor de Laclos que escapou à crítica do momento foi a poderosa ironia com que retratou as motivações emocionais mais profundas de seus personagens ou os costumes e as instituições de seu tempo, como, por exemplo, a própria religião, a educação das mulheres, o casamento, a caridade e as relações familiares e corteses. Se essa ironia mostra um mundo tenebroso, sobretudo aos olhos dos seus contemporâneos, é também cheia de vida e encanto e, assim como mantém nosso interesse pelos 'horrores' que vão acontecendo pouco a pouco até o abrupto e enigmático desenlace, tem também a capacidade de deixar tudo em aberto
  EuniceGomes | Apr 8, 2023 |
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35 livres cultes à lire au moins une fois dans sa vie
Quels sont les romans qu'il faut avoir lu absolument ? Un livre culte qui transcende, fait réfléchir, frissonner, rire ou pleurer… La littérature est indéniablement créatrice d’émotions. Si vous êtes adeptes des classiques, ces titres devraient vous plaire.
De temps en temps, il n'y a vraiment rien de mieux que de se poser devant un bon bouquin, et d'oublier un instant le monde réel. Mais si vous êtes une grosse lectrice ou un gros lecteur, et que vous avez épuisé le stock de votre bibliothèque personnelle, laissez-vous tenter par ces quelques classiques de la littérature.
 
Martin de Haan, die eerder onder meer het werk van Houellebecq en Kundera vertaalde, maakt het boek onder de titel Riskante relaties levendiger en spannender dan het tevoren in het Nederlands ooit was. Dit komt vooral doordat hij er, veel meer dan Adriaan Morriën die de tot nu toe bekendste vertaling maakte, verbluffend goed in slaagt de zeven heel verschillende personages die de brieven schrijven, tot leven te wekken.
added by Jozefus | editNRC Handelsblad, Judith Eiselin (pay site) (Jan 12, 2018)
 
Les Liaisons dangereuses is not only a terrifying portrayal of high society, of a ruling class who have ceased to rule, it is one of the world's finest novels, as well as a dramatic presentation of a mature and analytic philosophy of the nature of evil and the interactions of human motivations. After this one book, a pivot in the history of the novel, things could never be the same again, not at least for any novelist who read and understood it...

It is all so elegant. Even the priests and nuns are elegant, but of course the devils are the most elegant of all. In the end they have nothing else, and then that is destroyed. What destroys them is their rivalry in evil. Unlike Milton's Hell, there is hierarchy in this human one, Lucifer and Beelzebub, male and female, ex-lovers who have already violated each other's pride, are enemies, each hiding hate from the other. The instrument of their destruction is their reason. They are Socrates' or Diderot's fully rational human beings. They use their reason to destroy others and are at last destroyed by their own irrationality—something they did not beheve existed.
added by SnootyBaronet | editSaturday Review, Kenneth Rexroth
 

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Author nameRoleType of authorWork?Status
Laclos, Pierre Choderlos deprimary authorall editionsconfirmed
Aldington, RichardTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Allem, MauriceEditorsecondary authorsome editionsconfirmed
Beretta Anguissola, AlbertoIntroductionsecondary authorsome editionsconfirmed
Bigliosi Franck, CinziaTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Blei, FranzTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Coward, DavidIntroductionsecondary authorsome editionsconfirmed
Delon, MichelEditorsecondary authorsome editionsconfirmed
Dowson, Ernest ChristopherTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Fehr, A.J.A.Afterwordsecondary authorsome editionsconfirmed
Hawthorn, RaymondIllustratorsecondary authorsome editionsconfirmed
Kekomäki, LeenaTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Malraux, AndréIntroductionsecondary authorsome editionsconfirmed
Morriën, AdriaanTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Papadopoulos, JoëlNotessecondary authorsome editionsconfirmed
Parmée, DouglasTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Praquin, PierreCover artistsecondary authorsome editionsconfirmed
Ruata, AdolfoTranslatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Stone, P. W. K.Translatorsecondary authorsome editionsconfirmed
Washington, PeterIntroductionsecondary authorsome editionsconfirmed
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Epigraph
Information from the Dutch Common Knowledge. Edit to localize it to your language.
Ik heb de zeden van mijn tijd gezien en deze brieven openbaar gemaakt. – J.-J. Rousseau, voorwoord bij Julie ou La Nouvelle Héloïse
Dedication
First words
Well, Sophie dear, as you see, I'm keeping my word and not spending all my time on bonnets and bows, I'll always have some to spare for you!
Quotations
I was amazed at the pleasure a good deed can produce and I'm tempted to think that those so-called virtuous people don't deserve quite as much credit as we are invited to believe.
I perceive that it is three o'clock in the morning, and that I have written a volume, with the intention but to write a word. Such is the charm of confident friendship: 'tis on account of that, that you are always he whom I love the best; but, in truth, the Chevalier pleases me more.
Last words
(Click to show. Warning: May contain spoilers.)
Disambiguation notice
Les Liaisons Dangereuses was published under the title Valmont to tie-in with the Milos Forman film. It is the same book and should not be separated.
Publisher's editors
Information from the French Common Knowledge. Edit to localize it to your language.
Blurbers
Original language
Canonical DDC/MDS
Canonical LCC

References to this work on external resources.

Wikipedia in English

None

The complex moral ambiguities of seduction and revenge make Les Liaisons dangereuses (1782) one of the most scandalous and controversial novels in European literature. The subject of major film and stage adaptations, the novel's prime movers, the Vicomte de Valmont and the Marquise de Merteuil, form an unholy alliance and turn seduction into a game - a game which they must win.This new translation gives Laclos a modern voice, and readers will be able a judge whether the novel is as `diabolical' and `infamous' as its critics have claimed, or whether it has much to tell us about the kind of world we ourselves live in. David Coward's introduction explodes myths about Laclos's own life and puts the book in its literary and cultural context.

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